segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Evangelização Confessional – Parte 2

Para uma evangelização confessional, isto é, bíblica, você precisa acima de tudo ter duas atitudes em relação aos símbolos de fé presbiterianos - Primeiro conhecê-los e forma abrangente. Ler constantemente, na só a Confissão de Fé de Westminster, mas especialmente seus Catecismos. Segundo, ter fervor, convicção, entusiasmo, a respeito de suas posições bíblicas confessionais. O mundo tem convicção de seu relativismo, os neopentecostais de suas heresias, judeus foram trucidados e muçulmanos morrem e matam pela fé. Porém, muitos Reformados, parecem adotar uma atitude ‘complacente’ e apática em relação á sua fé, que não dá para entender por que são, muitos desses, pastores, presbiterianos. Não há fervor na alma. Se achar que não há fervor na vida Confessional, então duas coisas você não sabe mesmo: A vida dos puritanos, e duas perguntas e repostas do Catecismo Maior – a 104 e 105.

Jamais você verá os frutos de ser fiel aos símbolos de fé presbiterianos se você não conhecer e não ter paixão ardente por eles. Quando me deparo com alguns comentários negativos a respeito dos Símbolos da IPB, não raro identifico isso. O que está decepcionado em usar, não tem nenhum conhecimento a mais, nenhuma experiência de vida a respeito, nenhum plano devocional. Parece que o período no Seminário ou no Instituto esgotou sua paciência com os símbolos de fé, e algum afastamento parece ser um alivio. Outros não negam publicamente, mas negam na prática.

Ainda há os que talvez possuam os dois passos acima, estudam e tem fervor, mas não pensaram muito em usá-los no processo de evangelização e discipulado. Nessa postagem pretendo dar alguns apontamentos a respeito.

I. USANDO OS SÍMBOLOS COMO MATERIAL EVANGELÍSTICO

Talvez o que muitos nunca fizeram, é usar os Símbolos de fé já no processo de evangelização. Como fazer?

Quando produzir folhetos de evangelismo em sua igreja ou congregação, inclua algum trecho dos Símbolos de Fé. Uma parte da CFW ou dos catecismos que seja pertinente ao tema que você está abordando. Eu já inclui em um folheto a definição incomparável que a CFW dá de quem é Deus (presente também nos catecismos). Você talvez use aqueles folhetos das sociedades bíblicas, que são estreitos, com mensagens curtas. Então, faça-os apenas com duas perguntas, ou partes da CFW. Não tenha receio disso!! Imagine um folheto com a pergunta “Quem é Deus?” E antes de entregar para a pessoa, pergunte a ela qual seria a resposta dela. Você notará que as respostas são sempre aquelas, vazias e sem objetividade. É uma grande oportunidade de mostrar a resposta simples, bíblica e irrefutável do Catecismo Maior.

Recentemente escrevi um folheto que tem por tema “QUAL O OBJETIVO DE SUA VIDA?” Ao passo que a evangelização pragmática buscaria as respostas aos anseios do homem caído NO HOMEM, o Catecismo mostra que o foco está para cima, não em nós. A maior parte o folheto se desdobrou em torno do que é dito na primeira pergunta do CMW:

1. Qual é o fim supremo e principal do homem? Resposta. O fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus e alegar-se nele para sempre.  Rom. 11:36; 1 Cor. 10:31; Sal. 73:24-26; João 17:22-24.”

O impacto disso é surpreendente, pois está honrando a Deus, dando testemunho não diluído de Sua Palavra. Faça o teste... ‘lance seu pão sobre as águas’. Quem sabe algumas pessoas saberão o sentido da “voz de grande estrondo” de Ez 3.12 por encontrar o objetivo da vida delas!

II. USANDO OS SÍMBOLOS DE FÉ COMO MANUAL DE DISCIPULADO

Eu costumo dizer que a evangelização bíblica envolve três momentos, ou passos. O primeiro é o anúncio/proclamação: quando você comunica o evangelho a uma pessoa. Depois vem o discipulado/ensino: quando você ensina o evangelho a uma pessoa. Por ultimo, vem a integração/inclusão: quando você a inclui na comunidade do evangelho, na igreja.  A Evangelização é plena.

No segundo passo, onde temos adotado o termo, ‘discipulado’, não é incomum um curso, alguns materiais de ensino do chamado “ABC” do evangelho. Isso é muito bom mesmo, e muitos materiais têm suprido essa necessidade e tem sido benção de Deus para a vida da igreja. Porém, você pode fazer um material de discipulado mesmo usando os Símbolos de Fé!

Eu organizei um, que expandi recentemente com artigos da Constituição da Igreja Presbiteriana, para ao mesmo tempo servir na classe de catecúmeno. Pensei em fazer assim, pois às vezes em trabalhos nascentes o discipulado já serviria para a recepção de membros. Como se fosse uma classe de catecúmeno pessoal, na casa do novo crente.

Como organizei esse material? Em cinco assuntos principais:

1. Bíblia - 2. Deus - 3. Salvação - 4. Vida Cristã e 5. Igreja

Selecionei o que especialmente o Catecismo Maior de Westminster diz a respeito desses temas e inclui alguns pontos da Confissão. Você pode fazer isso em seu discipulado [De uma certa forma, chamo-o de "Catecismo Médio"]

Se preferir, use o Breve Catecismo de Westminster no discipulado, não tenha medo, nem imagine que é profundo demais para as pessoas. Essa é nossa missão, ensinar todo o desígnio de Deus (At 20.27). Elas aprenderão, esteja certo disso. Jamais deixamos de entregar a Bíblia para alguém, pois nela tem o livro de Levítico, as profecias de Daniel, as visões de Ezequiel ou mesmo o difícil livro simbólico de Apocalipse. Esses são livros inspirados, superiores aos documentos de fé que neles estão baseados. Não fique preocupado se os Símbolos de Westminster pode causar confusão ou dificuldades. Eles causarão em todos que não estão de acordo com eles!!! Aí entra o papel do mestre, do discipulador, de ensinar com esmero (Rm 12.7).

III. TODOS OS MEMBROS DE SUA IGREJA TEM OS SÍMBOLOS DE FÉ?

Infelizmente, a maioria dos presbiterianos no Brasil não possuem os Símbolos doutrinários de sua fé. Isso tem contribuído para a formação de Igrejas Presbiterianas que são mais comunidades evangélicas do que em Igreja Reformadas. Precisamos trabalhar contra isso, com todo ardor e força que temos. Isso virou uma questão de sobrevivência. Aos reformados que estão preocupados com o crescimento das comunidades presbiterianas, eu tenho esse certeza. Já que nossos medalhões reformados estão calados diante das comunidades presbiterianas, só resta-nos a luta pela pulverização dos símbolos nas igrejas e congregações, em uma nova geração de crentes.

Mas se você quer ser um presbiteriano autêntico, se você quer ser um ministro honrado, de palavra, ou um obreiro que seja de confiança, comece a estimular a aquisição dos símbolos de fé por parte de todos os membros de sua igreja ou congregação. Se puder, que a igreja compre e distribua a todos os membros. Se não puder, que pelo menos aos que não tem muitas condições. MAS QUE TODOS TENHAM. Crianças e adultos. [Obs: A Editora Cultura Cristã tem feito promoções significativas para os símbolos de fé e, diga-se de passagem, os livros que contém os Símbolos já possuem os textos bíblicos transcritos. Eu sempre defendi a idéia que deveriam ser impressos em formatos de revista de escola dominical, com letras legíveis, e que fossem vendido a preço de custo. Mas já que não é possível, fico grato a Deus pelas promoções realizadas pela editora, mostrando essa sensibilidade].

Como isso pode contribuir na evangelização? A medida que a pessoa for sendo integrada na igreja local, ela notará que tais documentos de fé são levados a sério. Que a importância deles é indispensável. Irá concluir a evangelização dele à medida que ele notar a cultura doutrinária no contexto de sua nova família da fé. Os crentes começarão a crescer em conhecimento doutrinário, sendo também capazes de dar orientação bíblica aos novos. Isso tudo é o processo de evangelização, até o momento em que ele for batizado e começar gerar para Cristo outros membros. E com essa impressão doutrinária prosseguirá em conduzir outros aos caminhos do Senhor.

Creio nessas coisas, e tenho praticado.

Deus nos fortaleça em Cristo


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Fernando Gali – e sua mudança em relação aos adventistas

Fernando Gali do Instituto Apologético Cristo Salva, ativo especialmente no site, além disso ministrando palestras em igrejas, postou ontem um pedido de desculpas aos adventistas por ter tratado eles como seita (http://www.ia-cs.com/2016/01/pedido-de-desculpas-do-iacs-igreja.html). Segundo o irmão Fernando Gali, de agora em diante, para ele, os adventistas serão considerados apenas como um grupo cristão com doutrinas falhas, tal como tantas outras. Gali não apresentou nenhuma base fundamentada para sua decisão, que creio que ele deva ter. Mas na postagem, ele apenas mencionou algumas de suas razões para mudar de opinião. Pretendo avaliar sua decisão com base nessas poucas razões mencionadas.

Antes, porém, é preciso dizer que ele não é o único, nem será o último, de cometer esse equivoco. A decisão de Fernando Gali, tem algo em comum com um caso muito conhecido na história recente da heresiologia nos EUA. Walter Martin e Donald Banhouse defendiam que a IASD era uma seita, e depois de uma entrevista com representantes adventistas, mudaram de opinião. Ambos eram batistas e calvinistas, e trabalhavam com apologética em uma revista americana. O livro adventista Questões Sobre Doutrina, mostra a conclusão dos evangélicos Martin e Banhouse:

“Gostaria de dizer que nos deleitamos em fazer justiça a um grupo muito caluniado de crentes sinceros, e em nossa mente e coração tirá-los do grupo dos que são completamente heréticos, como as testemunhas de Jeová, mórmons e os cientistas cristãos, reconhecendo-os como irmãos redimidos e membros do corpo de Cristo.” (Questões Sobre Doutrina, p. 14).

Segundo consta, a popularidade do trabalho de Martin caiu nos EUA após essa mudança. Muitos assinantes de sua revista cancelaram a assinatura.

O caso de Fernando Gali é semelhante, pois não muito tempo ele fez uma entrevista com o professor Azenilto Brito, também debateu com um pastor adventista no Vejam Só. Gali também é batista e calvinista, apenas para constar. Embora na postagem ele não atribui sua mudança a essa entrevista ou debate, EU CREIO que isso pode ter contribuído. As palavras de Fernando Gali são também semelhantes das de Martin:

“... ensinávamos a todas as Igrejas em que visitávamos a jogar no lixo os hinos adventistas, e também que a Igreja Adventista do Sétimo Dia era uma seita do Diabo, e que os adventistas eram filhos de Satanás. Igualávamos a IASD a seitas como testemunhas-de-jeová, mórmons e seitas espíritas. Fizemos isso por oito anos. Todavia, contrariando a maioria dos nossos respeitáveis apologistas cristãos, a partir de 10.01.2016, com toda humildade reconhecemos nosso erro. A IASD não é uma seita. Trata-se de uma Igreja Cristã com alguns problemas doutrinários, mas são nossos irmãos em Cristo.”

Suas razões:

1) “para nós, os erros deles não os tornam uma seita.”: Gali sabe que os assuntos que tornam qualquer grupo uma seita, são os temas cardeais da fé cristã. Quais são esses? Suficiência e Infabilidade das Escrituras, da doutrina da Trindade (e suas doutrinas correlacionadas), a Salvação pela graça por meio da fé. Esses são assuntos que uso aqui no blog. Vale também destacar que quando a seita invoca um assunto periférico, como norteador para sua salvação, isso faz dela uma seita, mesmo confessando os assuntos principais da fé cristã.

Os adventistas creem nessas doutrinas cristãs? Apesar de dizerem que sim, eles as diluem com afirmações paralelas. Isso, podemos provar abundantemente, mas para essa postagem, apenas algumas citações.

a)                Trindade:  “Os primeiros adventistas rejeitavam corretamente a Trindade dos credos, que apresenta um Deus “sem corpo ou partes” e não distingue claramente as pessoas da Divindade.” (http://setimodia.wordpress.com/2011/11/03/os-pioneiros-adventistas-e-a-trindade/ ).

b)                Inerrância da Escritura: “ 5 — Uma razão final para a rejeição da inerrância absoluta, no caso dos adventistas, são os ensinos de Ellen White, e o exemplo da produção de seus escritos. Ela claramente reconhece o papel humano na produção da Bíblia.” (https://adventismoemfoco.wordpress.com/2009/08/30/resumo-do-artigo-%E2%80%9Cinerrancia-biblica%E2%80%9D-de-dr-samuelle-bacchiocchi/).

“Alguns têm tropeçado no fato de que há imperfeições nos escritos de Ellen White. “Não há acusação que possa ser levantada contra Ellen White, em seu papel profissional como profeta, que não poderia e não tenha sido primeiro levantada contra os escritores da Bíblia...” “Não reivindiquemos mais para a Sra. White do que reivindicaríamos para os escritores bíblicos;...” “Precisamos ser consistentes; precisamos tratar Ellen White exatamente como trataríamos qualquer profeta dos tempos bíblicos. Se não rasgamos de nossa Bíblia os salmos escritos por Davi, as profecias de Jeremias e Jonas e as duas epístolas de Pedro, então não temos direito de lançar fora os escritos de Ellen White.”

c)                 Salvação pela graça - e o sábado no período escatológico: “Desde 22 de outubro de 1844 Jesus, no lugar santíssimo, tem chamado a atenção para o sábado, não simplesmente porque é o sétimo dia, mas porque representa um modo único e cristão de vida, o critério final que separa o bem do mal nos últimos dias.” (História do Adventismo, p. 282).

“Quando, porém, a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido relativamente à  obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma, honrará desta maneira ao papado mais do que a Deus. Prestará homenagem a Roma [...] Adorará a Besta e à sua imagem. Ao rejeitarem os homens a instituição que Deus declarou ser o sinal de Sua autoridade [o sábado], e honrarem em seu lugar a que Roma escolheu como sinal de sua supremacia, aceitarão, de fato, o sinal de fidelidade para com Roma -“o sinal da besta”. (O O Grande Conflito, p.449,450).

Gali terá que lidar com essas afirmações, e tantas outras.

2) “Nem mesmo crerem na inspiração dos livros de EGW os tornam uma seita, pois para nós trata-se de imaturidade doutrinária, a mesma por sinal que existe entre milhares de igrejas pentecostais, que afirmam receber inspiração de Deus para entregar profecias com autoridade para uma igreja local; e para nós, é o mesmo erro crer em profecias e revelações extra bíblicas com autoridade para uma pequena igreja local e crer em profecias e revelações extra bíblicas com autoridade para uma denominação toda. E se compararmos a qualidade de muitas profetadas de igrejas evangélicas com os escritos de EGW, no final das contas, ela sai ganhando em muito, por se aproximar da Bíblia mais que os outros pentecostais.”

É muito difícil acreditar que eu li isso de Fernando Gali... Primeiro, que ele erra em diminuir a importância de Ellen White, ao compará-la aos pentecostais da atualidade. Ele deveria comparar a importância de Ellen White com o que os adventistas dizem. Ellen White recebe um artigo de fé nas crenças adventistas, seu nome está lá na crença 18!!! Nem mesmo as Testemunhas de Jeová fizeram isso com seus fundadores. As reuniões da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia já emplacaram declarações de fé na exclusividade da cadeira cativa de Ellen White. Veja uma delas:

Uma Declaração de Fé no Espírito de Profecia - Nós, os delegados reunidos em Utrecht para a 56ª Assembleia da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia expressamos louvor e gratidão a Deus por Seu dom gracioso do Espírito de Profecia. Em Apocalipse 12, João, o revelador, identifica a Igreja nos últimos dias como os “remanescentes… que guardam os Mandamentos de Deus e têm o Testemunho de Jesus” (verso 17). Cremos que, nesse breve retrato profético, o revelador está descrevendo a Igreja Adventista do Sétimo Dia, que não apenas guarda “os Mandamentos de Deus”, mas que tem o “Testemunho de Jesus”, ou seja, “o Espírito de Profecia” (Apoc. 19:10). Na vida e ministério de Ellen G. White (1827-1915) vemos o cumprimento da promessa de Deus no prover à Igreja remanescente o “Espírito de Profecia”. [...] Consideramos o cânon bíblico encerrado. Contudo, cremos também, como o fizeram os contemporâneos de Ellen G. White, que seus escritos têm a divina autoridade tanto para o viver piedoso quanto para a doutrina. Assim, recomendamos: 1) Que como Igreja busquemos o poder do Espírito Santo para aplicar mais plenamente à  nossa vida o conselho inspirado contido nos escritos de Ellen G. White e 2) Que nos empenhemos mais para publicar e fazer circular esses escritos ao redor do mundo. Esta declaração foi aprovada e votada pela sessão da Conferência Geral em Utrecht, na Holanda em 30 de junho de 1995.” (http://centrowhite.org.br/uma-declaracao-de-fe-no-espirito-de-profecia/).

Tratar os pentecostais com base em seus abusos infantis, enquanto a teologia pentecostal tem dado sinais claros que suas experiências devem ser para orientações da vida dos crentes, não de doutrinas, é nivelar por baixo. Na verdade, Gali diminui para si mesmo a importância de Ellen White, tal como “espírito de profecia” exclusivo e insubstituível, no arraial adventista. O pensamento de Gali não é compartilhado pela IASD!

‘As profetadas de Ellen White são melhores dos as do profetas pentecostais?’ Parece que Gali desconsidera as visões absurdas de Ellen White, suas manifestações místicas, e considera o que ela escreveu apenas. Bom lembrar que Ellen White caia no chão, inventou doutrinas, tinha seus histerismos, etc. Se quando ela escreveu, contou com secretárias, e seus plágios de outros autores, se ela começou a escrever mais do ter visões, é uma outra história. Mas Gali mesmo sabe da visão que Ellen White teve de outros mundos.

3) “A partir da data supracitada, a Igreja Adventista do Sétimo Dia entrará para a categoria de Igrejas Cristãs com problemas doutrinários”: Há uma reducionismo patente nessa declaração de Gali. Sim, a IASD tem problemas doutrinários, e tem também heresias. Será que podemos olhar para a principal doutrina adventista, o Juízo Investigativo de 1844, apenas como um problema doutrinário sem importância? Deixemos um autor adventista nos ajudar a saber se sim ou se não:

“Se a doutrina de 1844 não era bíblica, Ellen White pertencia à mesma classe de Mary Baker Eddy e Joseph Smith.”

“Se o juízo de 1844 não era bíblico, a igreja [adventista] tampouco o era.”

“A lógica me dizia que se a data de 1844 não fosse bíblica, o adventismo não seria nada mais do que uma seita.”

“[...] nunca mais questionei Ellen White como profetisa; em vez disso, minha confiança na verdade de 1844 permitiu-me vê-la como um dos maiores profetas que já existiram!”

“Minha compreensão da verdade a respeito de 1844 deu-me uma nova experiência com Jesus, com os adventistas e com o Espírito de Profecia. Uma vez que entendi quão bíblico era o juízo de 1844, sabia que esta igreja era tudo que dizia ser, e todas as dúvidas sobre lei, o sábado, enfim, todas as minhas indagações foram respondidas.”

“[...] os ensinamentos sobre 1844 provam, além de qualquer dúvida, que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é a igreja remanescente da profecia bíblica, e que essa mensagem é a verdade presente. O juízo investigativo de 1844 – mais que o estado dos mortos, o sábado e a segunda vinda – estabelece a validade do adventismo.”

“Se tivesse enfrentado o tempo de angústia com meu conhecimento superficial acerca da data de 1844, teria sido levado como uma folha num furacão. Não estou falando em salvação pela teologia, ou uma compreensão sobre a mesma, não nos salva. Mas, se 1844 não for uma data bíblica, nossa mensagem é falsa: somos uma igreja falsa ensinando uma falsa mensagem, e levando as pessoas por um caminho enganoso. Ou a data de 1844 é verdadeira e temos a verdade, ou é falsa e nós herdamos uma mentira e a temos propagado.”

“O diabo virá sobre nós de todas as direções, procurando uma brecha, atacando qualquer debilidade; tudo num esforço de nós afastar dessa verdade [...] Se alguém for capaz de abalar a sua fé no juízo investigativo de 1844, você acabará duvidando de toda a mensagem; e se duvidar da mensagem, como poderá permanecer firme?”

“O juízo investigativo de 1844, o pilar teológico de nosso movimento [...] Quão inteligente da parte do diabo ter-nos feito colocar de lado nossa doutrina mais básica. Ele sabe que uma vez que retirar de sob nossos pés, nossa crença desmoronará e se desintegrará. Está apenas esperando pelo momento certo de levar à perdição o máximo de adventistas possível.”

“Os ensinamentos a respeito de 1844 trazem consigo a certeza irrefutável de que o adventismo é a verdade para o tempo presente, razão pela qual o inimigo tem se esforçado tanto para minimizá-la [...]”

(Citações do livro 1844: Uma explicação simples das principais profecias de Daniel, autor C. Goldstein, publicado pela Casa Publicadora Brasileira).

4) “Quanto aos apologistas cristãos, não estamos interessados em dar maiores explicações sobre o assunto.”

Como é Fernando Gali?!?! Nossas igrejas te recebe, os apologistas e pastores recomendam seu site, indicam artigos seus a respeito do Adventismo, eles são compartilhados, e você vira e diz que NÃO ESTÁ INTERESSADO EM DAR MAIS EXPLICAÇÕES? Lamentável... Lamentável meu irmão... 

Oro para que Deus reverta sua decisão meu irmão, pois o proselitismo adventista, covardemente, continuará fazendo suas vítimas dentro das igrejas, e com certeza, sua postura será usada por eles. Que Deus tenha misericórdia de todos nós...