sexta-feira, 16 de junho de 2017

O Calvinismo e o Pr. João Flávio Martinez



O apologista e Pastor, João Flávio Martinez, finalmente teve a oportunidade de sair do seu site na critica ao calvinismo, e ir a um programa de TV, para que se avalie o que ele realmente ele pensa sobre o calvinismo. Nesse debate, ele teve como oponente o Pr Marcos Granconato. Definitivamente, não foi uma defesa nem ao menos mediana do Pr João Flávio. Foi péssimo, não que o arminiano-wesleyano seja tão ruim, nem que nosso ilustre irmão tenha só aquele conteúdo, mas o Pr João Flávio ali e naquele tema, ele foi muito mal. Veja três erros cometidos pelo nosso irmão João Flávio:

Primeiro erro. Ele mesmo quer fazer com que os calvinistas olhem para Calvino de uma maneira  que nem mesmo esses olham! Foi incrível e até risível isso. Não há uma confissão reformada sequer que coloque o Reformador da forma que ele Martinez tentou! Portanto, um argumento sem qualquer base, nem verdade. Lamentável.  Há várias confissões reformadas, João Flávio ao menos poderia nos indicar uma que trouxe essa visão a respeito de João Calvino, que ele diz que devemos ter.

Ao dizer que há ‘calvinismos’ – cada um fazendo a seu modo e não seguindo tudo que Calvino disse. Se é assim, então por si mesmo esse argumento dele deveria ser de sinal que sua insistência e uma acusação falsa. O Granconato deixou isso claro, mas Flávio apenas demonstrou teimosia.

Veja a incoerência - O Pr João Flávio disse que é wesleyano:

Por acaso ele como pastor batista, endossa tudo que Wesley disse? Ele batiza crianças como Wesley batizava? John Wesley ensinou que Miguel é um nome de Cristo, João Flávio endossa isso?

Ele até me respondeu isso no site do CACP, dizendo que é wesleyano na soteriologia, mas ser calvinista ou é “tudo ou é nada”, depois menciona uma postura de Calvino e diz que deve ser aceita... Ele só não consegue provar essa imaginação. Ele não tem uma prova sequer que sustente essa verberação que ser calvinista é ser calviniano – ou um seguidor irrestrito dos escritos e das posições de João Calvino.

O grande teólogo calvinista Charles Hodge mesmo, sempre preferiu ser identificado como “agostiniano”. Hoekema discorda de interpretações de Calvino, Augustus Nicodemus interpreta Romanos 7 de uma forma que Calvino deplorava... Enfim, outros inúmeros casos provam que o querido irmão João Flávio perdeu os limites de uma avaliação coerente e abalizada.

Por exemplo a IPB, adota uma Confissão Reformada, de Westminster. A Confissão de Fé de Westminster possui exposição doutrinária de vários assuntos da Teologia. De casamento à censuras eclesiásticas. Em seus 33 capítulos, 11 capítulos estão relacionados diretamente com a pessoa e obra de Cristo Jesus, realizada nos crentes pelo Espírito Santo, pela glória de Deus Pai. Mais 5 capítulos indiretos. Os capítulos diretos são do 8º ao 18º, e os indiretos são os capítulos 7, 25, 27-29. Portanto é uma Confissão cristocêntrica. Nada, simplesmente, nenhuma sentença a respeito de João Calvino. Aliás, há até mesmo um amadurecimento da teologia de Calvino em muitos pontos, chegando até mesmo surgir especulações que tal confissão não estaria de todo coerente com o pensamento do Reformador.

Segundo erro. A avaliação de Martinez a respeito da doutrina do decreto no pensamento Reformado é simplesmente desconectada do que reformados realmente ensinam sobre isso em postura confessional. Ele fez um balaio de gato no que Calvino escreveu, sem considerar as ponderações gerais, da visão Reformada, e quer porque quer que o Calvinismo diga o que ele acha ser um absurdo. João Flávio precisa deixar seu oposicionismo gratuito, e ler as obras calvinistas que o corrigiria.

Considerando que os Símbolos de Westminster, representa o pensamento teológico da fé presbiteriana, pode dizer categoricamente que qualquer que diz ser presbiteriano e faz uma afirmação, no sentido de Deus ser autor do pecado, automaticamente, virtualmente, ele não pode ser presbiteriano – confessional. Perceba o que é confessado pela crença presbiteriana:

“I. Desde toda a eternidade, Deus, pelo muito sábio e santo conselho da sua própria vontade, ordenou livre e inalteravelmente tudo quanto acontece, porém de modo que nem Deus é o autor do pecado, nem violentada é a vontade da criatura, nem é tirada a liberdade ou contingência das causas secundárias, antes estabelecidas. Isa. 45:6-7; Rom. 11:33; Heb. 6:17; Sal.5:4; Tiago 1:13-17; I João 1:5; Mat. 17:2; João 19:11; At.2:23; At. 4:27-28 e 27:23, 24, 34.”

“IV. A onipotência, a sabedoria inescrutável e a infinita bondade de Deus, de tal maneira se manifestam na sua providência, que esta se estende até a primeira queda e a todos os outros pecados dos anjos e dos homens, e isto não por uma mera permissão, mas por uma permissão tal que, para os seus próprios e santos desígnios, sábia e poderosamente os limita, e regula e governa em uma múltipla dispensação mas essa permissão é tal, que a pecaminosidade dessas transgressões procede tão somente da criatura e não de Deus, que, sendo santíssimo e justíssimo, não pode ser o autor do pecado nem pode aprová-lo. Isa. 45:7; Rom. 11:32-34; At. 4:27-28; Sal. 76:10; II Reis 19:28; At.14:16; Gen. 50:20; Isa. 10:12; I João 2:16; Sal. 50:21; Tiago 1:17.”

Sobre isso Louis Berkhof diz:

“outras coisas que Deus inclui no Seu decreto e pelo qual tonou certas, mas que não decidiu efetuar pessoalmente, como os atos pecaminosos das Suas criaturas racionais. O decreto, no que se refere a estes atos, é geralmente denominado decreto permissivo. Este nome não implica que o futuro destes atos não é certo para Deus, mas simplesmente que Ele permite que aconteçam pela livre ação das Suas criaturas racionais. Deus não assume a responsabilidade por estes atos, sejam quais forem.” (Teologia Sistemática, p. 97).

O mesmo autor explica que nesse caso Deus determina ‘não impedir a autodeterminação pecaminosa finita e regula o resultado dessa autodeterminação pecaminosa’ (p. 99).

A. A. Hodge afirma: 

“Deve lembrar-se, contudo, que o propósito de Deus com respeito aos atos pecaminosos dos homens e anjos répobros, em nenhum aspecto causa o mal nem o aprova, mas apenas permite que o agente mau o realize, e então o administra para seus próprios sapientíssimos e santíssimos fins.” (A Confissão de Fé comentada, p. 98).

O pecado nasceu do livre-arbítrio do diabo, de Adão e Eva. Embora Deus o tenha definido, foram os tais agentes livres, sem influencias naturais internas, em seu exercício racional, decidiram desobedecer a Deus, e Este, imputou neles a maldição e corrupção, prometida em Sua sentença.

Sobre isso, a CFW diz:

 “I. Nossos primeiros pais, seduzidos pela astúcia e tentação de Satanás, pecaram, comendo do fruto proibido. Segundo o seu sábio e santo conselho, foi Deus servido permitir este pecado deles, havendo determinado ordená-lo para a sua própria glória. Gen. 3:13; II Cor. 11:3; Rom. 11:32 e 5:20-21.” (Cap. 6).

“CAPÍTULO IX - DO LIVRE ARBITRIO:  I. Deus dotou a vontade do homem de tal liberdade, que ele nem é forçado para o bem ou para o mal, nem a isso é determinado por qualquer necessidade absoluta da sua natureza. Tiago 1:14; Deut. 30:19; João 5:40; Mat. 17:12; At.7:51; Tiago 4:7. II. O homem, em seu estado de inocência, tinha a liberdade e o poder de querer e fazer aquilo que é bom e agradável a Deus, mas mudavelmente, de sorte que pudesse decair dessa liberdade e poder. Ec. 7:29; Col. 3: 10; Gen. 1:26 e 2:16-17 e 3:6. III. O homem, caindo em um estado de pecado, perdeu totalmente todo o poder de vontade quanto a qualquer bem espiritual que acompanhe a salvação, de sorte que um homem natural, inteiramente adverso a esse bem e morto no pecado, é incapaz de, pelo seu pr6prio poder, converter-se ou mesmo preparar-se para isso. Rom. 5:6 e 8:7-8; João 15:5; Rom. 3:9-10, 12, 23; Ef.2:1, 5; Col. 2:13; João 6:44, 65; I Cor. 2:14; Tito 3:3-5.”



Terceiro erro. Ele fugiu visivelmente de tratar dos textos apresentados por Granconato, que são acachapantes para o argumento que ele levantou. Esse foi seu erro mais fragrante e destruidor para ele. Falou que no site do CACP os textos estavam explicados, e apenas minimizou o peso deles, ao colocar argumentos simplistas não extraídos dos termos que lhe causam problemas.

Aliás, ele disse que tem uma tese - que o calvinismo é responsável pelo ateísmo na Europa! Quando vemos ateus acusando a Bíblia as razões de suas descrenças (dilúvio, matanças, etc) – para prejuízo deles mesmos. Para o impuro, tudo é impuro. Agora dizer que vai ainda sustentar isso, da forma que se apresentou ali no debate, vai ser um pouco difícil.

Queria aqui deixar um desafio ao Pr João Flávio: 

  • O ICP está ministrando aulas no programa da Igreja do Agenor Duque. O que acha de escrever a respeito dessa união?
Falar sobre calvinismo não é sua praia...

16 comentários:

  1. Mas calvinismo é a minha praia... E comigo fosse o debate você já sabe: o simpático gordinho de barba nos primeiros três minutos já estaria respirando via aparelhos e nos outros três minutos certamente já estaria morto... Não que o meu amigo João Flávio tivesse se saído mal no debate. Não se saiu. E acho até que venceu a parada.

    1. “Douta Ignorância”. E só para começar, chamar de “douta ignorância” a insipiência de Calvino é mesmo ridículo. Ora, todos sabem, ou deveriam saber notadamente os presbiterianos, que Calvino nominava de cachorro e cão sarnento quem simplesmente discordava de sua teoria predisnacionista. Não vem que não tem: a referida “douta ignorância” pressupõe uma certa humildade daquele que confessa não saber realmente do que se trata determinada questão... Coisa que não acontecia com Calvino. Ele, ao contrário, do alto de sua certeza inabalável, arrogantemente xingava de cachorro quem ousasse discordar de seu fatalismo...

    Ora, é o reflexo mesmo do bruto, do tosco, do provinciano e ignorante: acuado e sem saída, suando na testa, sem argumentos que sustentem as flagrantes contradições de suas ideias, o sujeito passa então a desferir insultos contra quem ouse expô-las... Isto não é nem de longe “douta ignorância” e sim a ignorância voluntária do homem medíocre e arrogante que era Calvino.

    2. Conceito ou Figura de Linguagem? Outra coisa: sem conhecimento básico do vernáculo não dá em! Será que os presbiterianos-fatalistas-calvinistas sabem distinguir um conceito de uma figura de linguagem? Pelo que vi do debate não sabem... A questão do “espinho na carne”, verba gratia, deixou isto bem claro.

    3. Advogado de Deus: ora, e o que é apologética afinal? Se “Deus não precisa de quem o defenda”, por que raios vocês elucubram sobre “defesa da fé”? Este blog faz o quê?

    4. Contradições de Calvino havida nas Institutas (e na Carta de Westminster) não podem ser alçadas aos mistérios insondáveis de Deus. Nananinanã... As contradições havidas nas Institutas na Carta de Westminster e no todo calvinista são contradições mesmas e não mistérios divinos como quis o contendor gordinho simpático de barba...

    5. Ateus europeus. É sim. João Flávio tem mesmo razão na correlação que faz entre ateísmo e o calvinismo em seu berço europeu. Quem conhece um mínimo da psicologia do ateísmo sabe perfeitamente que não é que o ateu não acredita em Deus; mas que na verdade ele tem ódio de Deus e esconde esse ódio na confabulação de que Deus não existe... E é fácil perceber o estrago que fez séculos de calvinismo na mente dessa gente!

    Ora, o calvinismo defende um Deus esquizofrênico ( tipo desenho animado ‘Caverna do Dragão’, onde o Mestre dos Magos é ao mesmo tempo o seu arque inimigo Vingador...), um Deus criador ao mesmo tempo do bem e do mal e PASME Luciano Sena: Deus não pode sequer ser defendido dessa pecha ignominiosa irrogada contra Ele por Calvino e os gênios de Westminster...

    Agostinho Antialienação, o Cruzado defensor de Deus.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sua praia é apenas ódio ao calvinismo... afinal, nem mesmo na depravação total o sr crê, caro Agostinho... Convencido, nem um pouco não? Afinal ... se fosse tão bom assim, seria reconhecido, mas pelo jeito... nem mesmo entre os seus há tal referência à sua ilustre sapiência.

      1. O que o sr chama os que creem na predestinação? Só ler nesse comentário que o sr já encontra em suas palavras, o fel das palavras de Calvino... nesse ponto, o sr e ele são bem semelhantes no trato com os opositores... Nesse ponto, o sr é calviniano... Mas, quer para ele ou para ti, sejam "cães" ou "hereges", os que discordam da suas posições, o fato é que não é esse o caso, nem aqui (na postagem), nem no debate.
      2. E qual a diferença para caso em mira? Pelo jeito....seria bom ler o texto.
      3. Não concordo que a defesa da fé seja defender "a Deus". Discordo do que foi proposto. Mas falar com crentes, e ter que justificar as palavras de Deus a arminianos, wesleyanos, católicos, espiritas, que afirmam cer na Bíblia, é algo meio incongruente mesmo.
      4. Sem condições ... Leia Rm 11.33-36, Paulo era calvinista então...
      5. Já vi ateus dizendo de Josué e as mortes na Bíblia... então é culpa da bíblia tb a existência de ateus? Essa é de lascar...
      6. Tem um que vive se irritando com uma frase a respeito do "deus banana"... depois escreve isso. Vai entender... Pasme Agostinho!!!

      Excluir
  2. Tens razão em um ponto: concordo que não sou lá grande coisa, assim tão bom e que mesmo diante de anos a fio de estudos e tendo de ler em outras línguas para, quem sabe, um dia quiçá alcance uma boa formação cultural e intelectual; eu ainda não me sinta capaz de deixar o anonimato e o voto de silêncio que fiz no início de meus estudos. Diferentemente de vocês não é, mestres cujo conhecimento só pode ser assim um dom divino, meio que infundido enquanto vocês dormem... Então, como não tenho esse dom sobrenatural, inclusive o de me transformar em papagaio, resta-me o caminho árduo dos estudos mesmo, fazer o quê? E se assim o é basta-me saber apenas que sei o que sei e não fingir que sei o que não sei... Estando dispensado, portanto, penso eu, de qualquer reconhecimento ou referência por parte de quem quer que seja a não ser da minha própria consciência (leia-se perante Deus). E, para finalizar, o pouco que sei me revela isto: a teoria da predestinação calvinista é um sinistro cavalo de Troia no meio da cristandade protestante engendrado pelo próprio Enganador mor.

    Agostinho Antialienação, o anônimo insignificante.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O "anônimo Agostinho Antialienação" rodou ,rodou e não saiu do lugar... e você o usa como uma grande vitória dos sinergistas... Mais uma vez alguem defecando pelos dedos na internet... Alguem que não tem o minimo preparo para debater qualquer coisa... Por isso eu sempre digo... Teologia sinergista sempre foi e sempre será meia boca... Volte para o seu curral!

      Excluir
    2. E leve junto sua presunção de conhecimento... A e sua falsa modéstia tambem...

      Excluir
    3. "Tens razão em um ponto: concordo que não sou lá grande coisa" TADINHO DELE..."E se assim o é basta-me saber apenas que sei o que sei e não fingir que sei o que não sei" NOSSA VOCÊ É DEMAIS!QUE AULA... "assim tão bom e que mesmo diante de anos a fio de estudos e tendo de ler em outras línguas para" OLHA SÓ QUE ESTUDIOSO,PARABÉNS!... "eu ainda não me sinta capaz de deixar o anonimato e o voto de silêncio que fiz no início de meus estudos." OLHA SÓ QUE MENINO HONESTO CONSIGO MESMO! E O QUE VOCÊ FAZ AQUI DANDO PALPITES?... "E, para finalizar, o pouco que sei me revela isto: a teoria da predestinação calvinista é um sinistro cavalo de Troia no meio da cristandade protestante engendrado pelo próprio " EXCELENTE MESMO HEIN,ME CONVENCEU,ME TRANSFORMAREI EM SEU SEGUIDOR A PARTIR DE HOJE,COM TAMANHA SABEDORIA QUE NOS FOI DEMONSTRADA,AINDA,SEM QUE SEUS ESTUDOS TENHAM TERMINADO... IMAGINA QUANDO TERMINAR! ASSUMIRÁ O PAPADO!

      Excluir
  3. Boa Noite! Uma pergunta aos opositores do Calvinismo. Cristo morreu pelos Amalequitas --1Samuel 15? Isto sem falar daquelas tribos que habitavam em Canaã quando Israel entrou lá sob o ministério de Josué e também em outros episódios do Antigo Testamento como o dos Filisteus --Cristo deu sua vida pelo gigante Golias...wow! Morreu ou não por essa gente? Se Cristo não morreu por aqueles povos que Deus mandou destruir, então não existe expiação ilimitada -- ou que nosso Senhor morreu por todos os seres humanos. Se Deus mandou destruir aqueles povos --tomei os Amalequitas como um exemplo bem explícito-- não tem sentido Cristo derramar seu precioso sangue por gente que já foi condenada e executada pelo juízo Divino; ainda mais que Deus não os perdoou.

    Desta forma acabou, foi por terra a teoria do Arminianismo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Gosto do seu Blog,mas sem querer entrar nesse briga,Granconato com todo respeito q Merece como ser humano e acredito q seja um homem de bem, mas o mesmo foi mto mal nesse debate,fiquei ate com pena,na verdade todos debates q o vi defendendo calvinismo foi mto mal.
      Qto ICP está ministrando aulas no programa da Igreja do Agenor Duque,sinceridade a principio nao vejo erro nenhum, ICP esta ensinando heresias? negociando principio?Vejo ate merito do Agenor Duque e ICP,esta prestando um grande serviço ao reino de Deus pelo menos nesse caso.
      Enfim Meu Caro vc nao e responsavel Pela universidade Mackenzie levar la Jean Wyllys pra ministrar,mto menos João Flavio Martinez pelo ICP q diga de passagem so esta usando um espaço sem negociar principios,fica na paz.

      Excluir
    2. Prezado irmão
      Não acredito que nem de longe João Flávio foi bem nessa... ele apenas se esquivou. Volto a dizer o que disse na postagem - não que fosse apenas aquilo que podia oferecer. Mas foi péssimo e representou mal os arminianismoS* dele.

      Quanto a união de ICP e Duque... sim, tão ridículo quando o Mackenzie chamar o ativista gay anti-família.

      Eu já postei criticas aqui à Univ. Mack como sendo escola da IPB. Queria ver apenas o CACP fazendo isso ao ICP... Mas tal assunto foi trivial, apenas para dizer que ele poderia fazer outra coisa...

      Excluir
    3. Paulo Cadi...
      Agora complicou... ele morreu por eles? (vide arminianismoS)
      Certa vez perguntei a um arminiano bem conhecido no Brasil -
      "Jesus orou pela salvação de Judas? Se sim, Deus não atendeu a Cristo ... se não, morreu por quem não orou... complicado isso não?

      Excluir
    4. Luciano, se Cristo não morreu por aquelas Nações que Deus mesmo condenou, o que resta para os Arminianos? Só com essa pergunta qualquer Arminiano por mais prolixo e falante que seja fica sem argumento pelo resto do debate. Vai ficar apenas ciscando em volta.

      Excluir
    5. Só para complementar, exatamente, o caso de Judas; a mesma coisa. Sabe, Luciano, eu vinha defendendo a tese de que o Arminianismo era um Cisma, um desvio doutrinário e que não era uma Heresia. Muitos Calvinistas de renome sempre o consideraram uma Heresia. Acontece que hoje em dia nós não temos mais a exposição doutrinária do pensamento de Armínio --ao contrário do que ocorre no Calvinismo-- mas o que temos é o neo Arminianismo onde cada um diz o que quer e, poucos estudaram toda a obra do tal cidadão para fazerem uma exposição abalizada do assunto. Aí é um balaio de gatos. É o Pelagianismo moderno, coisa que Armínio procurou ao máximo evitar. O pseudo-Arminiano se aperta e começa a tirar de sua cartola humanista, comunista, antropocentrista, etc, o que puder encontrar: se pegar, pegou! Se transcrevermos os argumentos destes "Arminianos" podemos identificar com facilidade as vertentes de onde eles procedem.

      Não dá mesmo! Hoje o Arminianismo ou o que restou dele depois dos inúmeros retoques que lhe deram tornou-se ao meu ver uma Heresia.

      Excluir
  4. O principal erro do JFM eh achar que os calvinistas consideram as institutas canônicas! Para ele Calvino está para os calvinistas assim como Ellen white está para os adventistas.

    Jeferson.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, só não está como Wesley está para ele... ;)

      Excluir
  5. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  6. Meus amados irmãos! gostaria de saber se essas questoes podem mudar nosso destino eterno, ou seja, se acredito que Cristo morreu por todos, ou se morreu por alguns. Se isso pode mudar o meu destino eterno, quem estar com a verdade? Sou um tanto leigo em relação a teologia em sua profundidade, mas até que ponto posso acreditar unicamente no que a bíblia diz sem a influencia desses partidos? Paulo diz que Cristo não está dividido, como entender tal afirmação, já que ha uma clara divisão doutrinaria em relação ao calvinismo e arminianos?



    ResponderExcluir