sexta-feira, 16 de junho de 2017

O Calvinismo e o Pr. João Flávio Martinez



O apologista e Pastor, João Flávio Martinez, finalmente teve a oportunidade de sair do seu site na critica ao calvinismo, e ir a um programa de TV, para que se avalie o que ele realmente ele pensa sobre o calvinismo. Nesse debate, ele teve como oponente o Pr Marcos Granconato. Definitivamente, não foi uma defesa nem ao menos mediana do Pr João Flávio. Foi péssimo, não que o arminiano-wesleyano seja tão ruim, nem que nosso ilustre irmão tenha só aquele conteúdo, mas o Pr João Flávio ali e naquele tema, ele foi muito mal. Veja três erros cometidos pelo nosso irmão João Flávio:

Primeiro erro. Ele mesmo quer fazer com que os calvinistas olhem para Calvino de uma maneira  que nem mesmo esses olham! Foi incrível e até risível isso. Não há uma confissão reformada sequer que coloque o Reformador da forma que ele Martinez tentou! Portanto, um argumento sem qualquer base, nem verdade. Lamentável.  Há várias confissões reformadas, João Flávio ao menos poderia nos indicar uma que trouxe essa visão a respeito de João Calvino, que ele diz que devemos ter.

Ao dizer que há ‘calvinismos’ – cada um fazendo a seu modo e não seguindo tudo que Calvino disse. Se é assim, então por si mesmo esse argumento dele deveria ser de sinal que sua insistência e uma acusação falsa. O Granconato deixou isso claro, mas Flávio apenas demonstrou teimosia.

Veja a incoerência - O Pr João Flávio disse que é wesleyano:

Por acaso ele como pastor batista, endossa tudo que Wesley disse? Ele batiza crianças como Wesley batizava? John Wesley ensinou que Miguel é um nome de Cristo, João Flávio endossa isso?

Ele até me respondeu isso no site do CACP, dizendo que é wesleyano na soteriologia, mas ser calvinista ou é “tudo ou é nada”, depois menciona uma postura de Calvino e diz que deve ser aceita... Ele só não consegue provar essa imaginação. Ele não tem uma prova sequer que sustente essa verberação que ser calvinista é ser calviniano – ou um seguidor irrestrito dos escritos e das posições de João Calvino.

O grande teólogo calvinista Charles Hodge mesmo, sempre preferiu ser identificado como “agostiniano”. Hoekema discorda de interpretações de Calvino, Augustus Nicodemus interpreta Romanos 7 de uma forma que Calvino deplorava... Enfim, outros inúmeros casos provam que o querido irmão João Flávio perdeu os limites de uma avaliação coerente e abalizada.

Por exemplo a IPB, adota uma Confissão Reformada, de Westminster. A Confissão de Fé de Westminster possui exposição doutrinária de vários assuntos da Teologia. De casamento à censuras eclesiásticas. Em seus 33 capítulos, 11 capítulos estão relacionados diretamente com a pessoa e obra de Cristo Jesus, realizada nos crentes pelo Espírito Santo, pela glória de Deus Pai. Mais 5 capítulos indiretos. Os capítulos diretos são do 8º ao 18º, e os indiretos são os capítulos 7, 25, 27-29. Portanto é uma Confissão cristocêntrica. Nada, simplesmente, nenhuma sentença a respeito de João Calvino. Aliás, há até mesmo um amadurecimento da teologia de Calvino em muitos pontos, chegando até mesmo surgir especulações que tal confissão não estaria de todo coerente com o pensamento do Reformador.

Segundo erro. A avaliação de Martinez a respeito da doutrina do decreto no pensamento Reformado é simplesmente desconectada do que reformados realmente ensinam sobre isso em postura confessional. Ele fez um balaio de gato no que Calvino escreveu, sem considerar as ponderações gerais, da visão Reformada, e quer porque quer que o Calvinismo diga o que ele acha ser um absurdo. João Flávio precisa deixar seu oposicionismo gratuito, e ler as obras calvinistas que o corrigiria.

Considerando que os Símbolos de Westminster, representa o pensamento teológico da fé presbiteriana, pode dizer categoricamente que qualquer que diz ser presbiteriano e faz uma afirmação, no sentido de Deus ser autor do pecado, automaticamente, virtualmente, ele não pode ser presbiteriano – confessional. Perceba o que é confessado pela crença presbiteriana:

“I. Desde toda a eternidade, Deus, pelo muito sábio e santo conselho da sua própria vontade, ordenou livre e inalteravelmente tudo quanto acontece, porém de modo que nem Deus é o autor do pecado, nem violentada é a vontade da criatura, nem é tirada a liberdade ou contingência das causas secundárias, antes estabelecidas. Isa. 45:6-7; Rom. 11:33; Heb. 6:17; Sal.5:4; Tiago 1:13-17; I João 1:5; Mat. 17:2; João 19:11; At.2:23; At. 4:27-28 e 27:23, 24, 34.”

“IV. A onipotência, a sabedoria inescrutável e a infinita bondade de Deus, de tal maneira se manifestam na sua providência, que esta se estende até a primeira queda e a todos os outros pecados dos anjos e dos homens, e isto não por uma mera permissão, mas por uma permissão tal que, para os seus próprios e santos desígnios, sábia e poderosamente os limita, e regula e governa em uma múltipla dispensação mas essa permissão é tal, que a pecaminosidade dessas transgressões procede tão somente da criatura e não de Deus, que, sendo santíssimo e justíssimo, não pode ser o autor do pecado nem pode aprová-lo. Isa. 45:7; Rom. 11:32-34; At. 4:27-28; Sal. 76:10; II Reis 19:28; At.14:16; Gen. 50:20; Isa. 10:12; I João 2:16; Sal. 50:21; Tiago 1:17.”

Sobre isso Louis Berkhof diz:

“outras coisas que Deus inclui no Seu decreto e pelo qual tonou certas, mas que não decidiu efetuar pessoalmente, como os atos pecaminosos das Suas criaturas racionais. O decreto, no que se refere a estes atos, é geralmente denominado decreto permissivo. Este nome não implica que o futuro destes atos não é certo para Deus, mas simplesmente que Ele permite que aconteçam pela livre ação das Suas criaturas racionais. Deus não assume a responsabilidade por estes atos, sejam quais forem.” (Teologia Sistemática, p. 97).

O mesmo autor explica que nesse caso Deus determina ‘não impedir a autodeterminação pecaminosa finita e regula o resultado dessa autodeterminação pecaminosa’ (p. 99).

A. A. Hodge afirma: 

“Deve lembrar-se, contudo, que o propósito de Deus com respeito aos atos pecaminosos dos homens e anjos répobros, em nenhum aspecto causa o mal nem o aprova, mas apenas permite que o agente mau o realize, e então o administra para seus próprios sapientíssimos e santíssimos fins.” (A Confissão de Fé comentada, p. 98).

O pecado nasceu do livre-arbítrio do diabo, de Adão e Eva. Embora Deus o tenha definido, foram os tais agentes livres, sem influencias naturais internas, em seu exercício racional, decidiram desobedecer a Deus, e Este, imputou neles a maldição e corrupção, prometida em Sua sentença.

Sobre isso, a CFW diz:

 “I. Nossos primeiros pais, seduzidos pela astúcia e tentação de Satanás, pecaram, comendo do fruto proibido. Segundo o seu sábio e santo conselho, foi Deus servido permitir este pecado deles, havendo determinado ordená-lo para a sua própria glória. Gen. 3:13; II Cor. 11:3; Rom. 11:32 e 5:20-21.” (Cap. 6).

“CAPÍTULO IX - DO LIVRE ARBITRIO:  I. Deus dotou a vontade do homem de tal liberdade, que ele nem é forçado para o bem ou para o mal, nem a isso é determinado por qualquer necessidade absoluta da sua natureza. Tiago 1:14; Deut. 30:19; João 5:40; Mat. 17:12; At.7:51; Tiago 4:7. II. O homem, em seu estado de inocência, tinha a liberdade e o poder de querer e fazer aquilo que é bom e agradável a Deus, mas mudavelmente, de sorte que pudesse decair dessa liberdade e poder. Ec. 7:29; Col. 3: 10; Gen. 1:26 e 2:16-17 e 3:6. III. O homem, caindo em um estado de pecado, perdeu totalmente todo o poder de vontade quanto a qualquer bem espiritual que acompanhe a salvação, de sorte que um homem natural, inteiramente adverso a esse bem e morto no pecado, é incapaz de, pelo seu pr6prio poder, converter-se ou mesmo preparar-se para isso. Rom. 5:6 e 8:7-8; João 15:5; Rom. 3:9-10, 12, 23; Ef.2:1, 5; Col. 2:13; João 6:44, 65; I Cor. 2:14; Tito 3:3-5.”



Terceiro erro. Ele fugiu visivelmente de tratar dos textos apresentados por Granconato, que são acachapantes para o argumento que ele levantou. Esse foi seu erro mais fragrante e destruidor para ele. Falou que no site do CACP os textos estavam explicados, e apenas minimizou o peso deles, ao colocar argumentos simplistas não extraídos dos termos que lhe causam problemas.

Aliás, ele disse que tem uma tese - que o calvinismo é responsável pelo ateísmo na Europa! Quando vemos ateus acusando a Bíblia as razões de suas descrenças (dilúvio, matanças, etc) – para prejuízo deles mesmos. Para o impuro, tudo é impuro. Agora dizer que vai ainda sustentar isso, da forma que se apresentou ali no debate, vai ser um pouco difícil.

Queria aqui deixar um desafio ao Pr João Flávio: 

  • O ICP está ministrando aulas no programa da Igreja do Agenor Duque. O que acha de escrever a respeito dessa união?
Falar sobre calvinismo não é sua praia...

51 comentários:

  1. Mas calvinismo é a minha praia... E comigo fosse o debate você já sabe: o simpático gordinho de barba nos primeiros três minutos já estaria respirando via aparelhos e nos outros três minutos certamente já estaria morto... Não que o meu amigo João Flávio tivesse se saído mal no debate. Não se saiu. E acho até que venceu a parada.

    1. “Douta Ignorância”. E só para começar, chamar de “douta ignorância” a insipiência de Calvino é mesmo ridículo. Ora, todos sabem, ou deveriam saber notadamente os presbiterianos, que Calvino nominava de cachorro e cão sarnento quem simplesmente discordava de sua teoria predisnacionista. Não vem que não tem: a referida “douta ignorância” pressupõe uma certa humildade daquele que confessa não saber realmente do que se trata determinada questão... Coisa que não acontecia com Calvino. Ele, ao contrário, do alto de sua certeza inabalável, arrogantemente xingava de cachorro quem ousasse discordar de seu fatalismo...

    Ora, é o reflexo mesmo do bruto, do tosco, do provinciano e ignorante: acuado e sem saída, suando na testa, sem argumentos que sustentem as flagrantes contradições de suas ideias, o sujeito passa então a desferir insultos contra quem ouse expô-las... Isto não é nem de longe “douta ignorância” e sim a ignorância voluntária do homem medíocre e arrogante que era Calvino.

    2. Conceito ou Figura de Linguagem? Outra coisa: sem conhecimento básico do vernáculo não dá em! Será que os presbiterianos-fatalistas-calvinistas sabem distinguir um conceito de uma figura de linguagem? Pelo que vi do debate não sabem... A questão do “espinho na carne”, verba gratia, deixou isto bem claro.

    3. Advogado de Deus: ora, e o que é apologética afinal? Se “Deus não precisa de quem o defenda”, por que raios vocês elucubram sobre “defesa da fé”? Este blog faz o quê?

    4. Contradições de Calvino havida nas Institutas (e na Carta de Westminster) não podem ser alçadas aos mistérios insondáveis de Deus. Nananinanã... As contradições havidas nas Institutas na Carta de Westminster e no todo calvinista são contradições mesmas e não mistérios divinos como quis o contendor gordinho simpático de barba...

    5. Ateus europeus. É sim. João Flávio tem mesmo razão na correlação que faz entre ateísmo e o calvinismo em seu berço europeu. Quem conhece um mínimo da psicologia do ateísmo sabe perfeitamente que não é que o ateu não acredita em Deus; mas que na verdade ele tem ódio de Deus e esconde esse ódio na confabulação de que Deus não existe... E é fácil perceber o estrago que fez séculos de calvinismo na mente dessa gente!

    Ora, o calvinismo defende um Deus esquizofrênico ( tipo desenho animado ‘Caverna do Dragão’, onde o Mestre dos Magos é ao mesmo tempo o seu arque inimigo Vingador...), um Deus criador ao mesmo tempo do bem e do mal e PASME Luciano Sena: Deus não pode sequer ser defendido dessa pecha ignominiosa irrogada contra Ele por Calvino e os gênios de Westminster...

    Agostinho Antialienação, o Cruzado defensor de Deus.

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    1. Sua praia é apenas ódio ao calvinismo... afinal, nem mesmo na depravação total o sr crê, caro Agostinho... Convencido, nem um pouco não? Afinal ... se fosse tão bom assim, seria reconhecido, mas pelo jeito... nem mesmo entre os seus há tal referência à sua ilustre sapiência.

      1. O que o sr chama os que creem na predestinação? Só ler nesse comentário que o sr já encontra em suas palavras, o fel das palavras de Calvino... nesse ponto, o sr e ele são bem semelhantes no trato com os opositores... Nesse ponto, o sr é calviniano... Mas, quer para ele ou para ti, sejam "cães" ou "hereges", os que discordam da suas posições, o fato é que não é esse o caso, nem aqui (na postagem), nem no debate.
      2. E qual a diferença para caso em mira? Pelo jeito....seria bom ler o texto.
      3. Não concordo que a defesa da fé seja defender "a Deus". Discordo do que foi proposto. Mas falar com crentes, e ter que justificar as palavras de Deus a arminianos, wesleyanos, católicos, espiritas, que afirmam cer na Bíblia, é algo meio incongruente mesmo.
      4. Sem condições ... Leia Rm 11.33-36, Paulo era calvinista então...
      5. Já vi ateus dizendo de Josué e as mortes na Bíblia... então é culpa da bíblia tb a existência de ateus? Essa é de lascar...
      6. Tem um que vive se irritando com uma frase a respeito do "deus banana"... depois escreve isso. Vai entender... Pasme Agostinho!!!

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  2. Tens razão em um ponto: concordo que não sou lá grande coisa, assim tão bom e que mesmo diante de anos a fio de estudos e tendo de ler em outras línguas para, quem sabe, um dia quiçá alcance uma boa formação cultural e intelectual; eu ainda não me sinta capaz de deixar o anonimato e o voto de silêncio que fiz no início de meus estudos. Diferentemente de vocês não é, mestres cujo conhecimento só pode ser assim um dom divino, meio que infundido enquanto vocês dormem... Então, como não tenho esse dom sobrenatural, inclusive o de me transformar em papagaio, resta-me o caminho árduo dos estudos mesmo, fazer o quê? E se assim o é basta-me saber apenas que sei o que sei e não fingir que sei o que não sei... Estando dispensado, portanto, penso eu, de qualquer reconhecimento ou referência por parte de quem quer que seja a não ser da minha própria consciência (leia-se perante Deus). E, para finalizar, o pouco que sei me revela isto: a teoria da predestinação calvinista é um sinistro cavalo de Troia no meio da cristandade protestante engendrado pelo próprio Enganador mor.

    Agostinho Antialienação, o anônimo insignificante.

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    1. O "anônimo Agostinho Antialienação" rodou ,rodou e não saiu do lugar... e você o usa como uma grande vitória dos sinergistas... Mais uma vez alguem defecando pelos dedos na internet... Alguem que não tem o minimo preparo para debater qualquer coisa... Por isso eu sempre digo... Teologia sinergista sempre foi e sempre será meia boca... Volte para o seu curral!

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    2. E leve junto sua presunção de conhecimento... A e sua falsa modéstia tambem...

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    3. "Tens razão em um ponto: concordo que não sou lá grande coisa" TADINHO DELE..."E se assim o é basta-me saber apenas que sei o que sei e não fingir que sei o que não sei" NOSSA VOCÊ É DEMAIS!QUE AULA... "assim tão bom e que mesmo diante de anos a fio de estudos e tendo de ler em outras línguas para" OLHA SÓ QUE ESTUDIOSO,PARABÉNS!... "eu ainda não me sinta capaz de deixar o anonimato e o voto de silêncio que fiz no início de meus estudos." OLHA SÓ QUE MENINO HONESTO CONSIGO MESMO! E O QUE VOCÊ FAZ AQUI DANDO PALPITES?... "E, para finalizar, o pouco que sei me revela isto: a teoria da predestinação calvinista é um sinistro cavalo de Troia no meio da cristandade protestante engendrado pelo próprio " EXCELENTE MESMO HEIN,ME CONVENCEU,ME TRANSFORMAREI EM SEU SEGUIDOR A PARTIR DE HOJE,COM TAMANHA SABEDORIA QUE NOS FOI DEMONSTRADA,AINDA,SEM QUE SEUS ESTUDOS TENHAM TERMINADO... IMAGINA QUANDO TERMINAR! ASSUMIRÁ O PAPADO!

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    4. "Vitor Caio Fernandes Borges", pegou o bonde andando amigo... Mas ainda dá tempo de se sentar na janelinha em...Basta vir a partir do que expliquei (e explicar é diferente de opinar em...) em Agostinho Antialienação de 26 de junho de 2017 18:06 em diante e veja como se sai...

      Agostinho Antialienação vesus quadrado-redondo da predestinação e a diferença entre demonstrar e dizer...

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  3. Boa Noite! Uma pergunta aos opositores do Calvinismo. Cristo morreu pelos Amalequitas --1Samuel 15? Isto sem falar daquelas tribos que habitavam em Canaã quando Israel entrou lá sob o ministério de Josué e também em outros episódios do Antigo Testamento como o dos Filisteus --Cristo deu sua vida pelo gigante Golias...wow! Morreu ou não por essa gente? Se Cristo não morreu por aqueles povos que Deus mandou destruir, então não existe expiação ilimitada -- ou que nosso Senhor morreu por todos os seres humanos. Se Deus mandou destruir aqueles povos --tomei os Amalequitas como um exemplo bem explícito-- não tem sentido Cristo derramar seu precioso sangue por gente que já foi condenada e executada pelo juízo Divino; ainda mais que Deus não os perdoou.

    Desta forma acabou, foi por terra a teoria do Arminianismo.

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    1. Gosto do seu Blog,mas sem querer entrar nesse briga,Granconato com todo respeito q Merece como ser humano e acredito q seja um homem de bem, mas o mesmo foi mto mal nesse debate,fiquei ate com pena,na verdade todos debates q o vi defendendo calvinismo foi mto mal.
      Qto ICP está ministrando aulas no programa da Igreja do Agenor Duque,sinceridade a principio nao vejo erro nenhum, ICP esta ensinando heresias? negociando principio?Vejo ate merito do Agenor Duque e ICP,esta prestando um grande serviço ao reino de Deus pelo menos nesse caso.
      Enfim Meu Caro vc nao e responsavel Pela universidade Mackenzie levar la Jean Wyllys pra ministrar,mto menos João Flavio Martinez pelo ICP q diga de passagem so esta usando um espaço sem negociar principios,fica na paz.

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    2. Prezado irmão
      Não acredito que nem de longe João Flávio foi bem nessa... ele apenas se esquivou. Volto a dizer o que disse na postagem - não que fosse apenas aquilo que podia oferecer. Mas foi péssimo e representou mal os arminianismoS* dele.

      Quanto a união de ICP e Duque... sim, tão ridículo quando o Mackenzie chamar o ativista gay anti-família.

      Eu já postei criticas aqui à Univ. Mack como sendo escola da IPB. Queria ver apenas o CACP fazendo isso ao ICP... Mas tal assunto foi trivial, apenas para dizer que ele poderia fazer outra coisa...

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    3. Paulo Cadi...
      Agora complicou... ele morreu por eles? (vide arminianismoS)
      Certa vez perguntei a um arminiano bem conhecido no Brasil -
      "Jesus orou pela salvação de Judas? Se sim, Deus não atendeu a Cristo ... se não, morreu por quem não orou... complicado isso não?

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    4. Luciano, se Cristo não morreu por aquelas Nações que Deus mesmo condenou, o que resta para os Arminianos? Só com essa pergunta qualquer Arminiano por mais prolixo e falante que seja fica sem argumento pelo resto do debate. Vai ficar apenas ciscando em volta.

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    5. Só para complementar, exatamente, o caso de Judas; a mesma coisa. Sabe, Luciano, eu vinha defendendo a tese de que o Arminianismo era um Cisma, um desvio doutrinário e que não era uma Heresia. Muitos Calvinistas de renome sempre o consideraram uma Heresia. Acontece que hoje em dia nós não temos mais a exposição doutrinária do pensamento de Armínio --ao contrário do que ocorre no Calvinismo-- mas o que temos é o neo Arminianismo onde cada um diz o que quer e, poucos estudaram toda a obra do tal cidadão para fazerem uma exposição abalizada do assunto. Aí é um balaio de gatos. É o Pelagianismo moderno, coisa que Armínio procurou ao máximo evitar. O pseudo-Arminiano se aperta e começa a tirar de sua cartola humanista, comunista, antropocentrista, etc, o que puder encontrar: se pegar, pegou! Se transcrevermos os argumentos destes "Arminianos" podemos identificar com facilidade as vertentes de onde eles procedem.

      Não dá mesmo! Hoje o Arminianismo ou o que restou dele depois dos inúmeros retoques que lhe deram tornou-se ao meu ver uma Heresia.

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    6. Calvinistas! Aprendam o que é o espírito da lei! Não é uma alma penada, como deveria pensar um escudeiro de Clóvis Gonçalveskkk.Vai ajudar muito a entender melhor as escrituras.O O Clõvis, em sua argumetação, disse que "os salvos receberão o céu que não merecem e os perdidos o inferno que merecem, mas todos receberão que mereemkkk.
      Daí cobrei que ele se explicasse dessa bobagem ilógica, e não é que ele arrumou uma explicação pior aindakkkk.
      Calvinista deve pensar que o espirito da lei é uma ser sobrenaturalkkkkk

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  4. O principal erro do JFM eh achar que os calvinistas consideram as institutas canônicas! Para ele Calvino está para os calvinistas assim como Ellen white está para os adventistas.

    Jeferson.

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    1. Sim, só não está como Wesley está para ele... ;)

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Meus amados irmãos! gostaria de saber se essas questoes podem mudar nosso destino eterno, ou seja, se acredito que Cristo morreu por todos, ou se morreu por alguns. Se isso pode mudar o meu destino eterno, quem estar com a verdade? Sou um tanto leigo em relação a teologia em sua profundidade, mas até que ponto posso acreditar unicamente no que a bíblia diz sem a influencia desses partidos? Paulo diz que Cristo não está dividido, como entender tal afirmação, já que ha uma clara divisão doutrinaria em relação ao calvinismo e arminianos?



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    1. Respondi na última postagem logo abaixo das respostas que dei a outrem.

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  7. Prezado Luciano Sena, boa noite, quanta confusão reinante em seu blog! Risos... Então vamos botar ordem na casa, até porque as respostas SOBRE SE CRISTO MORREU POR NAÇÕES CONDENADAS, SE MORREU POR GOLIAS E A QUESTÃO DE JUDAS são bastante fáceis, muito simples mesmo; desculpa amigo, mas fico até ruborizado de vergonha (alheia) de que tenham dado às indagações assim espécie de xeque-mate..., “agora está tudo acabado...”, “agora complicou” ... Risos... Mas, primeiro Luciano Sena gostaria de chamar a sua atenção e convida-lo a que seja sincero consigo mesmo, analise:

    1. COLOCANDO AS COISAS EM SEUS DEVIDOS LUGARES. O problema com perguntas meramente retóricas é que quem as formula não deseja de fato a verdade; antes, pretende manter o ‘status quo’ de uma abstração teórica deduzida de um jogo puramente mental. O jogo mental obedece apenas ao movimento interno da sua própria regra lógica formulada por sua cabeça, sem que esse movimento interno em sua cabeça seja limitado pelas exigências vindas “de fora”, isto é, do objeto exterior...

    Consequência: o sujeito se transforma em um alienado abstratista acreditando piamente de que a ideia formulada internamente e que mesmo sem o respaldo do mundo afora de sua cabeça, ou seja, ideia que só circula em sua mente, é a mais pura verdade...

    Então, quando eu digo que Calvino era burrão é disso que se trata. Mas não tanto quanto Teodoro de Beza em... Já chego lá.

    EXEMPLO: CALVINISMO VERSUS ARMINIANISMO? Quer um exemplo desta alienação, Luciano Sena?

    O fato de vocês tratarem a questão como se fosse uma divergência ideológica entre “calvinismo” e “armenianismo”, ou seja, que a divergência é ideal, do campo das ideias, ou como vocês dizem “divergência doutrinária ou doutrinal” assim arminianismo versus calvinismo e é claro, cada qual puxando a brasa para a sua sardinha, demonstra e bem, o altíssimo nível de abstração intelectual das partes contendoras.

    Só que vocês não perceberam isto: o livre arbítrio é um dado da experiência. Um dado do mundo afora do campo meramente idealizado ou ideal ou ideológico. É um dado externo e não produzido internamente pela mente como a um silogismo. Ele é um dado da realidade. Qualquer criancinha sabe e lida com esse dado da experiência todo santo dia!

    Vale dizer: se Santo Agostinho, se Santo Tomás de Aquino, se o tal Armínio (confesso que nunca li nada sobre o sujeito e nem sobre a sua obra), se o apóstolo Paulo não tivessem existido ou não tivessem dito uma palavra sobre o assunto, isto não faria a menor diferença, isto não faria desaparecer o livre arbítrio e tampouco determinaria a sua existência...

    Um dado da experiência, do mundo externo, fora de sua mente, do mundo real subsiste em si mesmo, não depende que ninguém o construa via um Tratado, uma tese, uma teoria, uma doutrina...

    Logo, Luciano Sena, Livre-Arbítrio não é algo idealizado, não é um mero termo cunhado, não é uma tese a ser defendida...

    Continua...

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  8. Agora, o mesmo já não se pode dizer de calvinismo porque Calvino engendrou o fatalismo como tese doutrinal e disseminou a teoria determinista no meio da cristandade protestante...

    Assim é que quem procura nivelar livre arbítrio e fatalismo em teorias opostas (arminianismo x calvinismo) é desonesto ou ignorante: demonstrando que não entende absolutamente nada do que pretende tratar...

    Faz uma confusão entre a realidade e mera elucubração mental-silogística, nivelando indevidamente em pé de igualdade uma abstração e uma realidade... De modo que quem admite ser um arminianista diante do calvinismo já aceitou, de antemão, que tudo o que existe do tema é um mero antagonismo de ideias... E já entrou no jogo puramente mental proposto por Calvino e fatalistas, suas crias.

    Mas acontece que não é disso que se trata: livre arbítrio, de novo e de novo, não é uma ideia, é um dado concreto da realidade!

    Colocando assim as coisas em seus devidos lugares, forçoso admitir que só nesta introdução já se vê que há algo de bem podre no reino de Westminster...
    Obs. Ah! Estava esquecendo: estude, mas estude – não no Wikipédia – sobre o Nominalismo. Calvino era nominalista elevado a décima potência... E aí está a origem e toda essa heresia calvinista.

    2. ÀS PERGUNTAS.

    Por isso é que você deveria ter feito a sua pergunta ("Jesus orou pela salvação de Judas? Se sim, Deus não atendeu a Cristo ... se não, morreu por quem não orou...”) a um anônimo insignificante como eu e não a um suposto arminianista importante...

    Aliás, a sua indagação é bastante infantil, o suposto arminianista deve ter ficado na dúvida se deveria dar alguma reposta ou se deveria dar um doce a você Luciano... Por isso suponho que deve ter concluído que o melhor era mesmo ficar em silêncio já que você não trouxe a suposta resposta do tal suposto arminianista supostamente famoso... Cada pergunta... Tem gente que não tem paciência, mas eu tenho. Risos...

    Já o seu colega aí de cima, na mesma linha, elucubra se Cristo morreu pelos Amalequitas e outros povos da antiguidade que Deus mandou destruir (SEM CITAR, É CLARO, UM POVO TAMBÉM ANTIGO, OS NINIVITAS PORQUE SE O FIZESSE ESTARIA LOGO DE CARA EM MAUS LENÇOIS NO EPISÓDIO ENVOLVENDO O PROFETA JONAS..., ou seja, o sujeito não é honesto, e eu já havia percebido isto em outros episódios) e se Cristo morrera até por Golias, feroz inimigo de Israel... aduzindo, Pasmem, que “não tem sentido Cristo derramar seu precioso sangue por gente que já foi condenada e executada pelo juízo Divino; ainda mais que Deus não os perdoou”. E concluiu ainda, vejam que coisa: “Se Cristo não morreu por aqueles povos que Deus mandou destruir, então não existe expiação ilimitada -- ou que nosso Senhor morreu por todos os seres humanos”.

    Continua...

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  9. Tirante os erros gramaticais – e não se trata de pedantismo meu e nem estou a referir de erros de digitação ou irrelevantes que todos nós cometemos: é que se sequer dominam o vernáculo minimamente, como então vocês pretendem compreender um livro clássico por excelência como a Bíblia, cuja semântica é bastante culta e via de regra as traduções vem bastante rebuscadas? - tirante isso, acresça-se que, curiosamente, as indagações de ambos, suprimem (omitem) um dado da realidade, a saber: CAUSA E EFEITO e partem do pressuposto de que Deus havia condenado sem causa as nações citadas e também sem causa a Judas!

    Para ambos, Judas e as nações nada fizeram (causa) para a atrair a condenação (efeito) de Deus ou: fazendo ou deixando de fazer algo de mal (ou de bom) isto seria irrelevante porque Deus já os havia condenado de antemão... Eles foram condenados porque foram condenados e ponto final, deixam escapar... Ou seja, coisa de criança, trata-se de uma condenação sem causa/efeito... Ora, isto é abstratismo elevado a centésima potência em nada tendo que ver com a realidade, com a concretude dos eventos, tudo se passa apenas em suas mentes sem um mínimo de observação dos dados da experiência porque no mundo real, no mundo afora de suas cabeças, se se suprimir causa/efeito você não existe e nada existe....

    Isto chama-se solipsismo.

    E olha que estou apenas analisando as perguntas em... Ainda não respondi diretamente as questões. Mas para um bom entendedor ele percebeu imediatamente que já ruiu a babel calvinista e fatalista...

    Agora imaginem se eu perguntasse ao inventor da roda aí de cima (esclareço que na mesma linha de raciocínio de sua pergunta):

    - Então tá, se CRISTO morreu pela nação denominada ISRAEL e não pelas nações Amalequitas e outras que citou, por que é que israelitas também se perdiam? A terra engoliu alguns em... Não eram israelitas? Não eram Israelitas de verdade? Eram falsos israelitas? Ora, Cristo tendo morrido por Israel, mesmo assim
    Israel se perdia? Como é que é isso?

    Mas eu Não perguntei (até porque não raciocínio como o sujeito em...) – que fique claro - porque se eu tivesse perguntado um deles fugiria da pergunta posando de superior aduzindo que não lê o que eu escrevo, que sou pedante, arrogante e etc.... e o outro entraria em parafuso e ficaria mudo aos costumes...

    Mas não é só.

    Além de suprimirem causa e efeito, baralham e confundem EFICÁCIA com EFEITO, invertem TEMPO e LUGAR buscam determinar aquilo que é GERAL com algo eminentemente ESPECÍFICO... Ou seja, fazem um balaio de gatos impressionante.

    Daí eu devo chamar os calvinistas e os fatalistas do quê? De defensores da fé? Apologistas? Teólogos? Não. Eu não.

    Continua...

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  10. Ademais, não bastasse, e só para finalizar, as indagações tais como formuladas tem no mínimo dez erros de lógica, e os colegas sequer percebem, mas mesmo assim dão por encerrado o assunto crentes de que teriam assim descoberto o “Ovo de Colombo”... Risos. A confusão é bastante pueril e reinante no baralhar de coisas básicas tais como categorias substância e essência, a quantidade e qualidade, a relação entre o lugar o tempo, a posição e o estado, ação e a paixão (aquilo que sofre a ação), efeito e eficácia e geral com específico, como eu já disse.

    Assim as perguntas já nascem equivocadas e a premissa elencada nelas não diz com o universo da realidade, não se podendo chegar jamais a verdade de que imaginam tratar os seus enunciados...

    3. ÀS RESPOSTAS.

    Muito simples mesmo, mas prestem atenção para não passarem mais vergonha ainda (Ah, logo após as respostas irei desenha-las, mas só para demonstrar o erro lógico de suas indagações, eis que necessário o desenho em...), mas alto lá: não ignoro que suas perguntas são meramente retóricas, vocês não querem a verdade, mas respondo ao tolo para que, perante aqueles que desejarem, lendo o seu blog, possam verificar o quanto é carente de realidade a tão grave é a heresia fatalismo/calvinismo predestinacionista (ressalvo que dou um ponto positivo a você Luciano Sena, você permite o contraditório em seu blog, demonstrando que seria um nonsense não publicar impugnações em um blog que trata justamente de apologética!):

    RESPOSTA À PRIMEIRA PERGUNTA. Naquele tempo Cristo ainda não havia sequer morrido (porque sem derramamento de sangue não há remissão de pecados, conforme as Escrituras) nem pelos amalequitas, nem pelos filisteus, nem pelos canaanitas que Deus havia mandado destruir, nem por Nínive, nem por Jonas nem por Golias, nem por Davi, nem por Pedro, nem por João, o apóstolo amado, e nem por Judas... E que fique claro: morreu uma vez só conforme enuncia as Escrituras e NÃO DUAS... E mais: tempo depois de Davi, de Golias, das nações, inclusive das que Deus mandou destruir, Jesus nasceria em Belém, de uma virgem israelita chamada Maria, ao tempo do Império Romano, teria um pai chamado José, seria criança, cresceria, tornar-se-ia adulto, seria carpinteiro, batizar-se-ia, desenvolveria o seu ministério junto com os seus discípulos - mais de setenta em (sendo doze os mais íntimos) - E ENTÃO, SÓ ENTÃO, MORRERIA NA CRUZ E VERTERIA O SEU SANGUE PARA A REMISSÃO DE PECADOS... e ressuscitaria... e depois subiria aos céus... etc. etc. etc. até o Juízo Final...

    E daí colega, você vai ter que negar tais eventos e fatos, vai ter que dizer que não ocorreram ou dizer que se deram de trás para frente... invertendo a ordem lógica de tempo e espaço desse jeito: Jesus morreu, depois empreendeu o seu ministério, depois cresceu, depois tornou-se carpinteiro, depois tornou-se uma criança, depois adentrou ao ventre da virgem Maria e assim vai...

    Eis a resposta. Simples, direta e objetiva e correspondente à verdade seja ela bíblica seja ela factual e histórica de acordo com a experiência da realidade.

    E daí indago eu: onde está o fatalismo ai? Não está. Por que preciso rotular-me “arminianista” para responder tão pueril indagação? Não preciso. Ao fazer tão tola indagação você descobriu o Ovo de Colombo, inventou a roda? Mitigou o livre arbítrio? Deu um xeque mate no livre arbítrio? Eu sinto muito: não!

    Continua...

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  11. Desenhando a resposta:

    A. O cordeiro morto desde a fundação do mundo, conforme as Escrituras significa que a oferta da salvação esteve SEMPRE presente, mas só lá adiante, no Calvário, se manifestou aos olhos de todos, conforme as Escrituras: isto diz com a Graça;

    Ilustrando a linguagem das Sagradas Letras: conforme as Escrituras Deus disse a Adão que se comesse do fruto da árvore que proibiu ele morreria, contudo, Adão já morto em seu delito, só foi morrer séculos depois...;

    B. Deus, eterno que é, está acima do tempo, contudo, utiliza-se dele, não o despreza e tampouco inverte a ordem cronológica dos acontecimentos no tempo como o faz o colega indagador... e também Deus não confunde tempo com lugar (espaço)..., isto se vê claramente das Escrituras a começar pela citação exaustiva de várias genealogias (a ordem dos acontecimentos é relevante, só que você não percebeu, deve achar que as citações genealógicas está na Bíblia assim esteticamente, risos...);

    C. Não se pode suprimir (retirar, omitir) importante dado da realidade, a saber: causa/efeito, como o faz o colega em sua pergunta. As nações que foram extintas (efeito) o foram ante uma causa provocada por eles próprios...Tanto é assim que Nínive (nação antiga) foi salva da destruição (efeito) porque se arrependera (causa) ante a pregação do profeta Jonas (e daí se vê claramente o livre-arbítrio (aceitar ou recusar) em ação ante a Providência...), Golias foi morto (efeito) ante uma causa que ele próprio iniciou...Davi foi salvo (efeito) ante uma causa: ante a sua perseverança em servir ao Deus de Israel (Providência) com tudo o que ela implica: arrependimento, confissão de pecados, etc. etc. etc. ... Judas foi condenado (efeito) por ter se tornado o filho da perdição ao trair Jesus, mas até lá era discípulo de Jesus e de Cristo, tal como Moisés de Deus, e nesta condição recebera inúmeras promessas as quais não foram cumpridas (porque Moises desobedeceu a Deus (causa) não adentrando à terra prometida (efeito) e porque Judas não demoveu-se do seu intento (causa) depois de seduzido por Satanás e foi canelada a promessa ante a sua condenação (efeito) e é por isso que as Escrituras não escondem que será salvo aquele que perseverar até o fim, aquele que guardar o que tem... aquele que permanecer... Isto é Bíblia e não conversa fiada (leia-se fatalismo, calvinismo).

    D. EFICÁCIA diz com aquilo que é GERAL e EFEITO com aquilo que é ESPECÍFICO. Isto é básico em... Mas vou continuar a desenhar mesmo assim:

    1ª João 2:2: “Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo”.
    Romanos 5:18: “Consequentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens”.
    1ª Timóteo 2:3,4: Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.

    Continua...

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  12. Então é assim: “PORQUE DEUS AMOU O MUNDO de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...” é o preceito geral, cuja EFICÁCIA é “erga omnes”, ou seja, é estendida a todos os homens sem exceção, já a continuação do texto após a norma geral diz com EFEITO e, portanto, com aquilo que é ESPECÍFICO e, portanto, LIMITADO AO LIVRE ARBÍTRIO, “: para que todo aquele que NELE CRÊ não morra, mas tenha a vida eterna e conclui mais adiante que “Quem crê nele não é condenado; mas QUEM NÃO CRÊ já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus...”.

    Nem o próprio Calvino ousou afirmar que Jesus não teria morrido por toda a humanidade, por todos os homens, por todo o mundo... Teodoro de Beza, talvez o mais fanático dos calvinistas, é quem afirmava, sem compreender preceitos assim básicos do que venha ser eficácia, norma geral e norma especifica e efeito e deu no que deu, ou seja, com os burros n’água.

    FICA A ADVERTÊNCIA: “E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos mestres, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição” (2ª Pedro 2:1).

    Conclusão: assim é que entre a oferta redentora proposta pela Graça a todos os homens e o caminho trilhado pelo homem via livre arbítrio até a salvação efetiva de sua alma ocorrem muitas coisas, avançar, retroceder, cair e levantar-se, praticar o bem, praticar o mal, arrepender-se, permanecer ou deixar de permanecer e até blasfemar contra o Espirito Santo – aliás, ato limitador do efeito da Graça estendida a todos os homens sem exceção (eficácia ‘erga omnes’).

    RESPOSTA À SEGUNDA PERGUNTA: Jesus orou pela salvação de Judas e o fez porque amou os seus discípulos, todos eles sem exceção até o fim dizem as Escrituras. É que Ele permanece FIEL independentemente do que lhe tenham feito os seus discípulos... Tendo, por isto mesmo, lavado os pés de Judas mesmo depois que Satanás entrou nele e o induziu a trair o mestre, dizem as Escrituras. E não. Deus, o pai, não atendeu à oração de Jesus sobre Judas assim como não atendeu o próprio Jesus quando este disse que “se possível passe de mim este cálice...”, e quando Jesus ora e pede ao Pai que se possível fizesse passar dele aquele cálice, Jesus desejava aquilo mesmo, e ter ressalvado que “contudo seja feita a Tua vontade” não implica em desdizer o que disse, e não significa em que não pediu o que pediu: “se possível passe de mim este cálice”. Ele orou ao Pai pedindo exatamente isto.

    Desenhando a resposta:

    A) Não é possível desconsiderar a HUMANIDADE DE CRISTO. Não é sem razão que Cristo é chamado de FILHO DO HOMEM e SEGUNDO ADÃO;
    B) Jesus esvaziou-se de sua deidade e tornou-se homem mesmo, mesmo, mesmo;
    C) Em tudo, na condição humana, como nós, foi provado, incluindo:
    - Ele teve pedidos ou orações negadas por Deus;
    - Ele foi desamparado por Deus no Gólgota;
    - Ele teve medo da morte;
    - Ele não sabia o dia e a hora do fim dos tempos;

    Continua...

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  13. - Ele teve promessas específicas que fez irrealizadas por Deus. (E atente bem: em toda promessa existe uma premissa muda, a saber: a condição para a sua realização. A chave para a realização de uma promessa está na palavrinha CONDIÇÃO e condição diz com livre arbítrio...).

    E daí indago eu: admitir a verdade, tal realidade depõe em que contra Cristo? Absolutamente nada! Eu preciso ser “arminianista” para responder ao calvinismo e sua teoria da predestinação? Não. E onde é que entra o fatalismo-calvinista- presbiteriano em sua pergunta? Não entra. Simples assim.
    De novo e de novo: o livre arbítrio é dado da realidade, não é uma tese a ser defendida...

    Agostinho Antialienação, o não “arminiano” que responde a calvinistas-fatalistas de Calvino a Teodoro de Beza.

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  14. Matias Fernandes, boa noite.

    1. Tal como explicitei acima, o livre- arbítrio não é uma tese a ser defendida. Livre arbítrio diz com um dado da realidade, de modo que se você aceita que haja mera divergência doutrinal entre a predestinação calvinista e o livre arbítrio você acaba equiparando em pé de igualdade um dado da experiência real a uma abstração, a uma teoria, a uma tese a ser defendida. Ou seja, é o caso de se dizer como o padre Quevedo dizia: “Isto non eqciste!”

    Pouco importando que se tenham ou não discorrido a respeito do livre arbítrio. Se o Apóstolo Paulo, se Santo Agostinho, se Santo Tomás de Aquino, se Calvino e se Armínio não tivessem existido ou se nada tivessem dito a respeito, isto não implicaria na não-existência do livre arbítrio. Um dado da realidade, da experiência subsiste por si mesmo, não depende de ser construído por tese alguma.

    Isto já não acontece com o fatalismo presbiteriano calvinista...

    2. Muito bem observado por você a respeito da divisão do corpo de Cristo! Ora, a divergência havida não é de ideias, mas sim de que não pode haver consenso entre uma heresia e uma doutrina da Igreja! Imagine você dizer que a prática da feitiçaria está em oposição à doutrina da Igreja sob o ponto de vista da mera divergência ideológica... Não. Cristo não está dividido, o fato é que não pode haver consenso entre uma e outra coisa...

    3. Quanto à afetação do seu destino eterno é o seguinte: a predestinação calvinista é blasfêmia contra o Espirito Santo. Demonstro que é:
    Assim está condensada a doutrina da predestinação calvinista: não tendo cada indivíduo humano capacidade de escolher ou rejeitar a salvação porque inteiramente passivo, ou seja, não concorrendo ele nem para o bem e nem para o mal, coube, então, exclusivamente e só a Deus promover pela sua onipotência (poder) todos os elementos, incluindo o mal e o bem, em relação aos condenados e aos salvos isto porque aqueles rejeitados de antemão por Deus e estes salvos de antemão por Deus que predestinou tudo o que acontece, que inseriu no gene de Adão a predisposição mecânica ao pecado, ou uma semente maligna em seu gene para que ele, inconteste e inevitavelmente pecasse, assim como o fez com Caim que não tinha escolha senão matar Abel...

    E o que os fariseus disseram a respeito do poder de Deus traduzido em Jesus quando este expulsava demônios? Disseram isto: que o poder de Deus era maligno, nele havia malignidade, pecado. Por isso blasfemaram contra o Espírito Santo. Não disserem, por exemplo, que Jesus era mentiroso, enganador, charlatão ou um farsante... Não. Disseram que em um dos atributos de Deus, a saber, a onipotência (quando ativa) é realizadora de pecado e malignidade.

    Agostinho Antialienação,

    Libertas vera est, Christo servire.

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  15. Agostinho Antialienação, já fez sua catarse mental? Pois bem, o que eu disse se cumpriu: Ficou ciscando em volta e nada. Com todo o seu gramatiquês não falou coisa com coisa. Seu texto é teologicamente ininteligível. Não estou aqui questionando sua capacidade intelectual, mas tudo aquilo que você escreveu aí acima, por exemplo, quando disse:

    "1. COLOCANDO AS COISAS EM SEUS DEVIDOS LUGARES. O problema com perguntas meramente retóricas é que quem as formula não deseja de fato a verdade; antes, pretende manter o ‘status quo’ de uma abstração teórica deduzida de um jogo puramente mental. O jogo mental obedece apenas ao movimento interno da sua própria regra lógica formulada por sua cabeça, sem que esse movimento interno em sua cabeça seja limitado pelas exigências vindas “de fora”, isto é, do objeto exterior... " SE APLICA À VOCÊ. É a sua biografia intelectual que você está projetando nos outros?






    O seu estilo de se explicar lembra muito o Caetano Veloso.



    Nosso Senhor disse: "Eu sou o bom Pastor, E CONHEÇO AS MINHAS OVELHAS, e das minhas sou conhecido.
    15 Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai, E DOU A MINHA VIDA PELAS OVELHAS." Jo.10:14.

    Além disso o Senhor conheçe as ovelhas dele, assim como o Pai o conheçe. Percebe a analogia? Assim como o Filho foi gerado pelo Espírito no ventre de Maria, da mesma forma as ovelhas ou eleitos são conhecidas pelo Filho única e exclusivamente pela Regeneração efetuada pelo Espírito nos eleitos à qual é análoga a geração do Filho no ventre de Maria como a prometida semente da mulher. Captou?

    Continua......







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  16. Você disse:

    "RESPOSTA À SEGUNDA PERGUNTA: Jesus orou pela salvação de Judas e o fez porque amou os seus discípulos, todos eles sem exceção até o fim dizem as Escrituras. É que Ele permanece FIEL independentemente do que lhe tenham feito os seus discípulos... Tendo, por isto mesmo, lavado os pés de Judas mesmo depois que Satanás entrou nele e o induziu a trair o mestre, dizem as Escrituras. E não. Deus, o pai, não atendeu à oração de Jesus sobre Judas assim como não atendeu o próprio Jesus quando este disse que “se possível passe de mim este cálice...”, e quando Jesus ora e pede ao Pai que se possível fizesse passar dele aquele cálice, Jesus desejava aquilo mesmo, e ter ressalvado que “contudo seja feita a Tua vontade” não implica em desdizer o que disse, e não significa em que não pediu o que pediu: “se possível passe de mim este cálice”. Ele orou ao Pai pedindo exatamente isto."

    Resposta: O que é isto????? Misericórdia! Rapaz, não se estribe no seu próprio entendimento!

    Nosso Senhor JAMAIS orou pela salvação de Judas! Ele sabia desde o princípio quem era filho da perdição que o haveria de traír.


    "9 Eu rogo por eles; NÃO ROGO PELO MUNDO, MAS POR AQUELES QUE ME DESTE, PORQUE SÃO TEUS.
    10 E todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e neles sou glorificado.
    11 E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome AQUELES QUE ME DESTE, para que sejam um, assim como nós.
    12 Estando eu com eles no mundo, GUARDAVA-OS (somente os onze) em teu nome. TENHO GUARDADO AQUELES QUE ME DESTE e nenhum deles se perdeu, SENÃO O FILHO DA PERDIÇÃO (Deus nunca deu Judas como sua ovelha para o Senhor) para que a Escritura se cumprisse." Jo.17:9-12.


    Mostre uma passagem nas Escrituras onde Deus não tenha respondido a um pedido de seu Filho? Ao admitir isto você irá arranjar um grave problema Cristológico e Soteriológico!

    "42 EU BEM SEI QUE SEMPRE ME OUVES, mas eu disse isto por causa da multidão que está em redor, para que creiam que tu me enviaste." Jo.11:42.

    Se Deus alguma vez como você mesmo afirmou , não atendeu a oração de seu Filho, qual é a garantia de que ele irá ouvir a oração do Senhor ali em João 17?

    Depois você disse: "3. Quanto à afetação do seu destino eterno é o seguinte: a predestinação calvinista é blasfêmia contra o Espirito Santo. Demonstro que é:
    Assim está condensada a doutrina da predestinação calvinista: não tendo cada indivíduo humano capacidade de escolher ou rejeitar a salvação porque inteiramente passivo, ou seja, não concorrendo ele nem para o bem e nem para o mal, coube, então, exclusivamente e só a Deus promover pela sua onipotência (poder) todos os elementos, incluindo o mal e o bem, em relação aos condenados e aos salvos isto porque aqueles rejeitados de antemão por Deus e estes salvos de antemão por Deus que predestinou tudo o que acontece, que inseriu no gene de Adão a predisposição mecânica ao pecado, ou uma semente maligna em seu gene para que ele, inconteste e inevitavelmente pecasse, assim como o fez com Caim que não tinha escolha senão matar Abel... "

    Resposta: Para quem disse que não sabemos interpretar a Bíblia, você comete uma blasfêmia contra qualquer princípio de interpretação bíblica ao afirmar que o Calvinismo é a blasfêmia contra o Espírito Santo!



    Continua......

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  17. Você disse: "não tendo cada indivíduo humano capacidade de escolher ou rejeitar a salvação porque inteiramente passivo, ou seja, não concorrendo ele nem para o bem e nem para o mal, coube, então, exclusivamente e só a Deus promover pela sua onipotência (poder) todos os elementos, incluindo o mal e o bem, em relação aos condenados e aos salvos ...."

    Resposta: No Calvinismo o indivíduo não é um elemento passivo, porque está morto em seus delitos e pecados. Os chamados Arminianos sempre vem com essa de "passivo." Passivo é o antônimo de ativo. Então o sujeito passivo tem de estar VIVO, porque usando de seu livre arbítrio, como você quer, pode se tornar ativo. Agora, para a Bíblia e o Calvinismo o sujeito ESTÁ MORTO em seus delitos e pecados. Assim ensinou o apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos.

    Cara, tá muito fácil debater com você. A maior parte de seu texto é puro prolixismo. Se eu reduzir tudo o que você escreveu à seus reais argumentos irei encontrar as velhas e batidas objeções contra a doutrina da eleição e nada mais.


    Você afirmou: "RESPOSTA À PRIMEIRA PERGUNTA. Naquele tempo Cristo ainda não havia sequer morrido (porque sem derramamento de sangue não há remissão de pecados, conforme as Escrituras) nem pelos amalequitas, nem pelos filisteus, nem pelos canaanitas que Deus havia mandado destruir, nem por Nínive, nem por Jonas nem por Golias, nem por Davi, nem por Pedro, nem por João, o apóstolo amado, e nem por Judas... E que fique claro: morreu uma vez só conforme enuncia as Escrituras e NÃO DUAS... E mais: tempo depois de Davi, de Golias, das nações, inclusive das que Deus mandou destruir, Jesus nasceria em Belém, de uma virgem israelita chamada Maria, ao tempo do Império Romano, teria um pai chamado José, seria criança, cresceria, tornar-se-ia adulto, seria carpinteiro, batizar-se-ia, desenvolveria o seu ministério junto com os seus discípulos - mais de setenta em (sendo doze os mais íntimos) - E ENTÃO, SÓ ENTÃO, MORRERIA NA CRUZ E VERTERIA O SEU SANGUE PARA A REMISSÃO DE PECADOS... e ressuscitaria... e depois subiria aos céus... etc. etc. etc. até o Juízo Final..."


    Resposta: O que você acha? Vamos dar uma segunda oportunidade a Caim e sua descendência, aos povos Cananeus, aos filisteus, aos Amalequitas e muitos outros? É isso que você está propondo?

    Você disse que Cristo morreu por toda a humanidade. Ele disse que morreu somente pelas suas ovelhas e também dirigindo-se à Deus Pai em João 17 declarou que NÃO ORAVA PELO MUNDO, MAS PELOS ELEITOS. ENTÃO COMO IRIA DAR A SUA VIDA POR AQUELES PELOS QUAIS NÃO OROU? Se Cristo, por exemplo, morreu pelos Amalequitas, qual é a vantagem para eles? Deus vai ficar bonzinho e absolvê-los no dia do Juízo?

    Continua depois.......

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  18. Agostinho, disse: "Pouco importando que se tenham ou não discorrido a respeito do livre arbítrio. Se o Apóstolo Paulo, se Santo Agostinho, se Santo Tomás de Aquino, se Calvino e se Armínio não tivessem existido ou se nada tivessem dito a respeito, isto não implicaria na não-existência do livre arbítrio. Um dado da realidade, da experiência subsiste por si mesmo, não depende de ser construído por tese alguma.

    Isto já não acontece com o fatalismo presbiteriano calvinista..."



    Resposta: Esse argumento de que o homem possui livre arbítrio é outra falácia do ponto de vista Teísta. Porque? Porque livre arbítrio implica em Onipotência.
    Sem Onipotência não existe o livre arbítrio o qual é a capacidade de um ser realizar TUDO o que ele quer. É determinar e realizar TUDO. É o poder supremo da Vontade que somente existe em Deus e não pode ser transferido à uma criatura que se o tivesse, no caso, faria um estrago daqueles!

    Um suposto livre arbítrio que não consegue alcançar o que deseja, até mesmo a perfeição dos atributos divinos no seu aspecto Moral, nesta vida, não é o livre arbítrio. O livre arbítrio do ponto de vista Teísta também exige o atributo de impecabilidade, porque todos os atos de Deus são PUROS E JUSTOS, coisa que não se encontra no ser humano. Onde existe pecado não pode existir livre arbítrio, e em 1 João 1:9 atesta que em nós ainda existe pecado.


    Quando as Escrituras ordenam ao homem escolher, não é porque ele tem livre arbítrio, mas porque foi-lhe permitido após a Queda a liberdade de escolha, ENTRE DEUS E O MUNDO. Isto não é livre arbítrio do ponto de vista bíblico. Para uma criatura possuir esse atributo teria de possuir o atributo de Criador para criar uma terceira via não contemplada por Deus. Para isso Deus não poderia ser Onisciente, logo caímos no Teísmo aberto.

    Poderíamos prosseguir nisto. Não tem fim. É como um círculo girando e girando.

    Continua depois.....

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  19. Agostinho, disse: "
    C. Não se pode suprimir (retirar, omitir) importante dado da realidade, a saber: causa/efeito, como o faz o colega em sua pergunta. As nações que foram extintas (efeito) o foram ante uma causa provocada por eles próprios...Tanto é assim que Nínive (nação antiga) foi salva da destruição (efeito) porque se arrependera (causa) ante a pregação do profeta Jonas (e daí se vê claramente o livre-arbítrio (aceitar ou recusar) em ação ante a Providência...), Golias foi morto (efeito) ante uma causa que ele próprio iniciou...Davi foi salvo (efeito) ante uma causa: ante a sua perseverança em servir ao Deus de Israel (Providência) com tudo o que ela implica: arrependimento, confissão de pecados, etc. etc. etc. ... Judas foi condenado (efeito) por ter se tornado o filho da perdição ao trair Jesus, mas até lá era discípulo de Jesus e de Cristo, tal como Moisés de Deus, e nesta condição recebera inúmeras promessas as quais não foram cumpridas (porque Moises desobedeceu a Deus (causa) não adentrando à terra prometida (efeito) e porque Judas não demoveu-se do seu intento (causa) depois de seduzido por Satanás e foi canelada a promessa ante a sua condenação (efeito) e é por isso que as Escrituras não escondem que será salvo aquele que perseverar até o fim, aquele que guardar o que tem... aquele que permanecer... Isto é Bíblia e não conversa fiada (leia-se fatalismo, calvinismo).

    D. EFICÁCIA diz com aquilo que é GERAL e EFEITO com aquilo que é ESPECÍFICO. Isto é básico em... Mas vou continuar a desenhar mesmo assim:

    1ª João 2:2: “Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo”.
    Romanos 5:18: “Consequentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens”.
    1ª Timóteo 2:3,4: Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade"


    Resposta: Esta questão de causa/efeito è vero mas não muda nada. Nações e indivíduos podem escolher entre o bem e o mal, mas geralmente escolhem o mal porque são escravos do pecado. Não tem livre arbítrio que é um atributo de Deus e é SANTO.

    Os 3 versículos que você citou.


    1ª João 2:2: “Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo”.

    A palavra grega aí para "propiciação" é "hilasmos" que é a Expiação que Cristo faz em consequência do Calvário, seu sangue derramado, que aplaca a ira de Deus enquanto o Evangelho está sendo pregado. Mas em João 3:17 diz que a ira de Deus está sobre a cabeça daqueles que não creem --Jesus disse isso-- mas ainda não pode cair por causa da propiciação ou oferta do sangue do Cordeiro.


    Romanos 5:18: “Consequentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens”.

    A justificação traz vida sobre todos os que creem por causa da regeneração operada em seus corações pelo Espírito Santo. Não nasceram da vontade do homem ou vontade própria, aquele nojentinho "eu aceitei jesuis porque eu quis", mas de Deus. João 1:12-13. Nada fala o texto sobre a possibilidade de todos os homens crerem se salvarem. Impossível. Teria a salvação de ser oferecida a cada criatura desde Adão. Isto em primeiro lugar. Porque que o onipotente Deus não fez isso?


    1ª Timóteo 2:3,4: Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade"

    Prossegue....

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  20. 1ª Timóteo 2:3,4: Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade"

    O famoso versículo. O fato é que o Arminiano interpreta o "todos" numéricamente, o que ao olharmos no espelho retrovisor da história bíblica não pode nem de longe ser verdade tal interpretação. Porque? Porque Deus não quis que todos os seres humanos fossem salvos desde o começo do mundo. Alguém que conhece a Bíblia dúvida disso?

    Jesus disse que se em Sodoma e Gomorra fossem realizados os milagres que ocorreram em Israel, há muito essas cidades teriam se arrependido com saco de crina! Então porque Deus não enviou profetas para aquelas cidades? Deus deseja que homens de todas as classes -- como diz o contexto de Timóteo-- povos, tribos e línguas --Ap.7:9 sejam salvos. Se ele quisesse que todos, numéricamente fossem salvos, teria enviado profetas a Sodoma e a Gomorra para operaram sinais e prodígios para que cressem e se salvassem.

    Somente esse exemplo derruba o argumento de que Deus deseja que cada criatura seja salva.


    Qual é a interpretação que está de acordo com o contexto e a história bíblica? Tem de ler do versículo 1 ao 4 e não apenas o 3 e o 4.

    A de que o "todos os homens" em 1Timóteo 2:1-4 deve ser interpretada numéricamente ou hieraquicamente? Se é numéricamente então porque Deus desde o começo do mundo não enviou apóstolos e profetas a todos os recantos do globo?

    Agora, a Bíblia diz que Deus iria tirar para o seu nome um povo "dentre" os gentios.

    Prossegue depois....

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  21. Agostinho, disse: "3. Quanto à afetação do seu destino eterno é o seguinte: a predestinação calvinista é blasfêmia contra o Espirito Santo. Demonstro que é:
    Assim está condensada a doutrina da predestinação calvinista: não tendo cada indivíduo humano capacidade de escolher ou rejeitar a salvação porque inteiramente passivo, ou seja, não concorrendo ele nem para o bem e nem para o mal, coube, então, exclusivamente e só a Deus promover pela sua onipotência (poder) todos os elementos, incluindo o mal e o bem, em relação aos condenados e aos salvos isto porque aqueles rejeitados de antemão por Deus e estes salvos de antemão por Deus que predestinou tudo o que acontece, que inseriu no gene de Adão a predisposição mecânica ao pecado, ou uma semente maligna em seu gene para que ele, inconteste e inevitavelmente pecasse, assim como o fez com Caim que não tinha escolha senão matar Abel...

    E o que os fariseus disseram a respeito do poder de Deus traduzido em Jesus quando este expulsava demônios? Disseram isto: que o poder de Deus era maligno, nele havia malignidade, pecado. Por isso blasfemaram contra o Espírito Santo. Não disserem, por exemplo, que Jesus era mentiroso, enganador, charlatão ou um farsante... Não. Disseram que em um dos atributos de Deus, a saber, a onipotência (quando ativa) é realizadora de pecado e malignidade.“


    Resposta: É óbvio que Caim poderia escolher entre matar ou não a seu irmão.

    Deus predestina o homem a obediência à sua Vontade Perfeita, sua eterna Lei Moral. Quando o homem transgride a lei divina, ele continua a fazer a Vontade de Deus porque o lado positivo ou o cumprimento da Lei Divina possui também o contraditório ou o lado negativo da Lei Divina, sua transgressão. Os Fariseus ainda não haviam blasfemado do Espírito, porque o sangue não tinha ainda sido derramado e o Espírito ainda não poderia vir. Jesus estava lhes dando uma advertência seríssima. Quando ele, o Espírito, for derramado sobre a minha Igreja a blasfêmia contra ele será imperdoável.

    Deus não incita o homem ao pecado. Quando este o faz cumpre a vontade de Deus ao manifestar o lado negativo da Lei com o seu pecado. Se o homem conseguir deixar de fazer a Vontade de Deus, o próprio Deus deixará de ser Onipotente que significa ter e exercer poder e autoridade sobre Tudo.

    Se alguém blasfemar contra o Espírito não foi porque Deus o obrigou. O tal escolheu blasfemar e cumpriu a Vontade de Deus para que isso acontecesse através da transgressão à sua Lei. A transgressão está implícita na obediência e vice-versa. Tanto a obediência como a transgressão da lei estão dentro da predestinação de Divina.

    A transgressão foi predestinada porque está implícita na obediência. É o conhecimento do bem e do mal. A escolha do transgressor em pecar se torna a Vontade de Deus para ele porque o lado ou aspecto negativo da lei está no aspecto positivo.

    Prossegue....

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  22. Bom dia, Luciano Sena antes de o colega prosseguir... Veja o que pode causar a síndrome de uma heresia na mente de alguém, no caso o calvinismo predestinatório; o João Flávio Martinez bem que me chamava atenção sobre a lesão enorme que uma heresia provocaria em alguém e eu não acreditava; mas diante da resposta (não chega a ser sequer uma réplica em...) do colega estou tendente a mudar de ideia...

    Depois separo as melhores pérolas e comento... Mas não resisto desde logo observar, meio sem acreditar e estupefato, que foi dito isto pelo colega: " Esse argumento de que o homem possui livre arbítrio é outra falácia do ponto de vista Teísta. Porque? Porque livre arbítrio implica em Onipotência. Sem Onipotência não existe o livre arbítrio o qual é a capacidade de um ser realizar TUDO o que ele quer.É determinar e realizar TUDO. É o poder supremo da Vontade que somente existe em Deus e não pode ser transferido à uma criatura que se o tivesse, no caso, faria um estrago daqueles!".

    Depois, mais adiante o colega confessa, contraditoriamente: "Resposta: É óbvio que Caim poderia escolher entre matar ou não a seu irmão".

    Ora, livre arbítrio existe no homem ou não existe afinal?

    O curioso é que ele não percebe a contradição! E não percebendo, ele atribuiu uma dificuldade em compreender o que o seu interlocutor está colocando assim como que se tivesse uma prolixidade no texto (palavras dele), porém, na verdade a dificuldade de compreensão está nele próprio, só que ele não percebe e tenta transferir essa dificuldade a outrem, veja:

    Ele não percebeu a contradição lógica intrínseca da afirmação que fez de que o livre arbítrio seria impossível ao homem porque está ligado a Onipotência (atributo divino) e o homem então podendo tudo seria Deus... Se não percebeu nem a contradição externa de sua elucubração o que dirá de lógica interna. Ora, então eu vou ter de indagar, não tem jeito: se isto é assim Deus não podendo mentir não seria então onipotente e, portanto, livre arbítrio não teria?

    Mais ainda: não fez o dever de casa, não leu as Institutas de Calvino e o Credo de Westminster (você até escreveu, Luciano Sena, incentivando que lessem ao menos o catecismo...), se tivesse feito constataria que a tal passividade do homem na vocação (salvação da alma) é tese deduzida por Calvino e os gênios de Westminster...

    Que prossiga em suas pérolas, vamos ver no que vai dar....

    Agostinho Antialienação, o NÃO arminiano.

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  23. Cara, te manca! Eu comprei as Institutas de Calvino quando tinha 18 anos. Eram 6 tomos em inglês. Não fique falando coisas sem conhecer as pessoas, ok?

    Depois veio com essa: "Depois, mais adiante o colega confessa, contraditoriamente: "Resposta: É óbvio que Caim poderia escolher entre matar ou não a seu irmão".

    Ora, livre arbítrio existe no homem ou não existe afinal?"

    Resposta: Não entendeu o que eu disse. Eu disse que livre arbítrio para aqueles que creem na existência de Deus é a mesma coisa que Onipotência, porque necessariamente deve ser um atributo de Deus. Poder escolher entre 2 opções --Deus ou o mundo-- no caso do pecador não é livre arbítrio do ponto de vista de Deus -- que está operando a Redenção do homem que se encontra segundo Deus em uma situação anormal -- e que lhe ofereceu somente esses dois caminhos. Escolha e livre arbítrio não são sinônimos. Se você quer saber o livre arbítrio não pode existir nem no Ateísmo porque segundo eles o ser humano é o resultado do acaso, de uma explosão cósmica. Até nas religiões espiritualistas como o Vaishnaísmo, o Budismo, a Kryia Yoga, etc, é ensinado que o homem em seu estado de revolta contra Deus não possui livre arbítrio, mas é em seu estado atual de degenerescência espiritual é escravo de Maya --ilusão-- seduzido pelo apego as coisas deste mundo
    que são transitórias, e atrasam sua ascenção evolutiva.


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    1. "Eu disse que livre arbítrio para aqueles que creem na existência de Deus é a mesma coisa que Onipotência"
      Esse rapaz só pode ter fumado umakkk. Livre arbítrio ser o mesmo que onipotência é do balaco bacokkkk

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  24. Agostinho, disse: "Ele não percebeu a contradição lógica intrínseca da afirmação que fez de que o livre arbítrio seria impossível ao homem porque está ligado a Onipotência (atributo divino) e o homem então podendo tudo seria Deus... Se não percebeu nem a contradição externa de sua elucubração o que dirá de lógica interna. Ora, então eu vou ter de indagar, não tem jeito: se isto é assim Deus não podendo mentir não seria então onipotente e, portanto, livre arbítrio não teria?


    Resposta: Este seu argumento é pueril. Estou falando do livre arbítrio como um atributo de Deus. É impossível que Deus minta, assim diz a Bíblia. Agora, Deus não mente por causa de seu caráter e não pela ausência do livre arbítrio, até mesmo por que o exercício do livre arbítrio em Deus se manifesta sempre de forma positiva e moral que é a essência do divino livre arbítrio. Pecado e livre arbítrio não podem coexistir do ponto de vista bíblico, porque aquele que mente é ESCRAVO do pecado, e, portanto, ESCRAVO de suas paixões e concupisciências.

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  25. O Paulo Cadi a quem eu respeito disse acima: Agostinho Antialienação Ficou ciscando em volta e nada. Com todo o seu gramatiquês não falou coisa com coisa. Seu texto é teologicamente ininteligível. Eu discordo do caro Paulo Cadi. O Agostinho escreveu de uma forma bem compreensível e para quem se deu o trabalho de ler todo seus argumentos ficou muito claro tudo o que ele falou. Agora digo eu: O que dizer de Adão sobre ele ter pecado desobedecendo a ordem de Deus ? Adão estava num estado de impecabilidade e inocência. Ele nao estava como dizem na "depravação total." Então seu pecado foi simplismente o de exercer seu livre arbitrio escolhendo deliberadamente não dar ouvidos a palavra de Deus. A ORDEM de Deus em Gn 2:15. no hebraico temos o verbo sawah, o primeiro uso biblico do termo, assinalando o primeiro mandamento dado por Deus ao homem. Dizia respeito à vida e à morte, ao bem e ao mal, ao uso apropriado do livre arbitrio. Esse mandamento de Deus acabou por desdobrar-se na Lei, e então na doutrina de Cristo, onde o amor é o mandamento supremo e todo-controlador. Quando Deus disse que Adão Certamente morreria, muitos cristãos vêem aqui tanto a morte física quanto a espiritual, ambas as coisas efeitos da queda nesse pecado. Outros intérpretes supõem que só a morte física está em pauta, visto que o autor sacro não antecipava a doutrina da alma, a única entidade passível de morte espiritual. Presumivelmente, a árvore da vida, teria garantido ao homem a imortalidade. A capacidade de previsão de Deus, todavia, não O levou a “temer” essa finalidade. Ele sabia que o homem cairia e se tornaria um ser mortal. Logo, a imortalidade seria provida por meio da salvação, mediante a transformação da alma, e não através de uma eterna preservação do corpo físico.

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    1. Mais uma vez alguém ou o próprio Agostinho se promovendo?
      Afinal... Apenas esse Agostinho adimira-se a si mesmo...

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    2. Olá Luciano Sena, como vai? Só uma coisinha boba: você não percebeu, mas "Agostinho Antialienação" é um pseudônimo... Ele não existe... Ou seja, equivale ao completo anonimato meu Deus do céu... De modo que bastante embaraçosa a afirmação de que um anônimo queira se promover você não acha?

      E não, não uso desse expediente: "radicais da fé" não sou eu...

      Então, não se preocupe... Um anônimo é um anônimo: sou autoimpromovível...Risos.

      Agora,não posso deixar de observar, porque está aí para todos verem eu sinto muito, eu não posso fazer nada, que se é que existe assim alguma promoção desse anônimo que vos escreve são de fato as contradições, as pérolas e absurdidades que o seu colega aí expõe... Eis o verdadeiro promotor...

      Agostinho Antialienação, o anônimo...

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  26. Agostinho sempre teve dificuldade de aceitar que ele não é tudo isso que pensa ser...

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    1. É... Luciano Sena...Talvez ... Mas é que eu, um mero anônimo, sinceramente não saberia dizer porque não penso no que sou e sim no que digo sobre esse quadrado redondo da teoria da predestinação... Mais nada...Agora, só tem um detalhe, dizer isto: "Agostinho sempre teve dificuldade de aceitar que ele não é tudo isso que pensa ser..." não refuta uma vírgula, nada, nada, nada, do que este anônimo insignificante do Agostinho Antialienação disse... Estou tendente a acreditar, por isso, que o seu silêncio é espécie de autopreservação de o seu orgulho ferido, já que até entendo que você não queira cair na mesma esparrela vexatória do seu colega aí... Eu entendo perfeitamente, aliás,para o seu colega livre arbítrio além de não ser sinônimo de escolha (Hâ???)..., também seria um atributo de Deus... veja só... (Calvino e Teodoro de Beza devem estar se revirando no túmulo....) e que se pudéssemos ter livre arbítrio seríamos então onipotentes... (hã!!) e que a onipotência de Deus só atua de um modo e mais, que o livre arbítrio e pecado não podem coexistir... (hã!!!)

      Você assinaria embaixo Luciano Sena? É isso mesmo? Só para citar algumas pérolas em... Eu sinto muito amigo, não sou eu que me promovo...

      Agostinho Antialienação o anônimo e que fique claro: não é teólogo e nem apologeta...

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    2. Ok... continue sendo o que não é...
      Mas deixa esse jeito de sentir o "grã mestre" da oposição calvinista... vc se promove, mas apenas para vc mesmo... porém, se ouvir o eco te satisfaz, prossiga...

      Deixando o cinismo, siga avaliando o que acha que pode - minha postagem tratou do debate... agora se vira aí com Paulo Cadi... afinal creio que anda te dando um trabalhinho não? ;)

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    3. ....Mais diversão que trabalhinho viu - o trabalhinho está em eu ter de todas às fezes de ficar desenhando a pergunta e a resposta - mas tenho paciência e de modo algum desprezo a pessoa dele por mais fraco que seja e, percebo, a par de alguns fingimentos, que na verdade está mesmo preso e enredado nesse abstratismo e jogo mental calvinista. Mas não é isto que causa uma heresia? Isto deveria chamar a sua atenção urgentemente...

      Agostinho Antialienação,

      Libertas vera est Christo servire

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    4. Há um sentimento engrenado na mentalidade humana - o orgulho - geralmente pessoas assim são aquelas que não acham que o pecado é uma depravação **total** ... caro Agostinho.

      Mas bom trabalho... continue desenhando para si, pois pelo jeito apenas vc acha que não é entendido...

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  27. icp e cacp, patrocinado pela igreja da teologia da prosperidade.

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  28. "O famoso versículo. O fato é que o Arminiano interpreta o "todos" numéricamente, o que ao olharmos no espelho retrovisor da história bíblica não pode nem de longe ser verdade tal interpretação. Porque? Porque Deus não quis que todos os seres humanos fossem salvos desde o começo do mundo. Alguém que conhece a Bíblia dúvida disso? "

    Vai ler Romanos, talvez você entenda!

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  29. Não sei quanto ao arminiano, mas a resposta minha é sim, eu que conheço a Bíblia duvido e tenho a certeza de que é exatamente o contrário do que você afirmou, o seu retrovisor está bastante embaçado em...

    Aliás, fui ler Romanos e li isto:

    "Porque TODOS pecaram e destituídos estão da glória de Deus;
    Romanos 3:23" (grifei).

    Quem são "TODOS"?

    Agostinho Antialienação,

    Libertas veras est Christo servire


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    1. Ah! E mais uma coisa, é síndrome própria de teorias abstratas como o calvinismo enxergar, inclusive no outro, uma certa matematização do assunto... "Utilizando-se de pérolas assim: "interpreta o "todos" numericamente...". Ocorre que o cartesianismo (com Descartes e tudo) já ruiu faz tempo com a exposição de suas tripas e barrigadas por homens sérios, isto não quer dizer que ainda não mexa com a cabeça de incautos...

      Vamos lá, analisemos a matemática...


      Agostinho Antialienação,

      Libertas vera est, Christo serrvire

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